2 de maio de 2010

Arvore chorão

Arvore chorão

Arvore chorão.
A casca é adstringente, contém elevada porcentagem de tanino e também matéria tintorial que, tratada pelo sulfato de ferro, dá tinta preta ou vermelha; seu melhor emprego está na indústria do curtume, sendo também medicinal e considerada tônica, antidiarréica e antidisentérica. Introduzida no Brasil, há longos anos, como árvore ornamental e de sombra, então mais recomendada para os cemitérios, a sua cultura alastrou-se tanto e com tal facilidade a planta se aclimatou, que é hoje uma das árvores exóticas mais comuns nos parques e campos de todo o sul, desde Minas Gerais e São Paulo, até o Rio Grande do Sul, talvez mais disseminada em Santa Catarina; igualmente utilizada na arborização de várias cidades; cresce rapidamente (23m em 22 anos, São Paulo), adapta-se a quaisquer terrenos, embora prefira os lugares frescos e úmidos, mas não deixa de se desenvolver satisfatoriamente nas areias do litoral, sendo uma das preferidas atualmente para fixar as dunas em vários países e, principalmente, para consolidar terrenos e impedir erosões, graças ao seu sistema de radicação.