31 de agosto de 2009

Cafeeiro

Cafeeiro

CAFEEIRO
(Coffea arábica L.). Família das Rubiá-ceas. É um arbusto grande, piramidal, de caule reto, até 12m de altura, casca acinzentada e rugosa, folhas opostas, curto-pecioladas e curto-estipuladas, onduladas nas margens, verde-escuras e luzidias na página superior e um pouco esbranquiça-das na página inferior.

9 de agosto de 2009

Buxeira

Buxeira

BUXEIRA
(Zuffa operculata L.). A buxeira é planta trepadeira da família das Cucurbitáceas. Possui folhas cordiformes, guarnecidas de pelos ásperos, e frutos oblongos (bagas do tipo pepónio) que contém matéria fibrosa usada para limpar panelas. O seu nome vulgar é cabacinha.

24 de julho de 2009

Uso medicinal

Uso medicinal

Os ramos  A seiva vinhosa que sai das incisões feitas em seu tronco, depois de fermentado com um pouco de açúcar, produz uma bebida refrigerante. A decocção das folhas (25g por litro) é depurativa, excitante, aperitiva e diurética. É útil no tratamento da gota, das eólicas renais, na atonia do tubo digestivo e na icterícia.

16 de julho de 2009

Ervas plantas medicinais

Ervas plantas medicinais

Os homeopatas incluíram a beladona nos doze medicamentos policrestos, isto é, que têm muitas aplicações medicinais.

5 de julho de 2009

Plantas medicinais

Plantas medicinais

BARBATIMÃO
Do seu tronco é extraída uma fibra longa, amarelada, de fácil branqueamento, dura, sedosa e brilhante para o fabrico de rendas, cortinas, chapéus, flores artificiais, passa marias, tapetes, cordoalhas.

Sobre plantas medicinais

Sobre plantas medicinais

São especialmente indicados para as retenções de urina devido à nefrite, úteis no combate às diarréias crônicas e o seu consumo aumenta de ano para ano em todo o mundo.

11 de junho de 2009

Azedinha

azedinha

AZEDINHA

(Oxalis corniculata, L.). A azedinha é uma pequena erva de folhas ternadas, pertencente à família das Oxalidáceas. Dá flores amarelas, dispostas em umbela, com folíolos cordiformes. Os pecíolos e as folhas possuem um gosto muito azedo, devido à grande quantidade de oxalato de cálcio que contêm. As raízes? são antiscorbúticas. Segundo a superstição popular, as folhas normais de quatro folíolos dão sorte a quem as encontra. Existem dela numerosas variedades, todas levando a mesma denominação, tais como azedinha-de-Corum-bá, azedinha-da-horta, azedinha-de-folha-cortada etc. Também conhecida por trevo-azedo.

7 de junho de 2009

Asperula

asperula

ASPÊRULA

(Asperula odorata, L.). É uma pequena planta graciosa, fina, pertencente à família das Rubiáceas. Chamam-na em França pequeno-lírio-dos-vales e farinha-dos-bos-ques. É um excelente antispasmódico, calmante, que dá bons resultados nos casos de insônia. Tem odor suave devido à cuma-rina que encerra, em grandes proporções. A planta é aromática e também tonificante, adstringente, diurética e antisséptica. Facilita a digestão dos doentes sujeitos a vertigens e ansiedades. A sua decocção é excelente contra as flores-brancas. A cumarina é estupefaciente hipnótico. Para uso interno deve-se empregar a infusão de 30 a 50g por litro, para tomar em xícaras 3 a 4 vezes por dia. No uso externo emprega-se a decocção à razão de 30 a 50 por mil, em instilações quentes.

6 de junho de 2009

Aspárago

asparago

ASPÁRAGO OU ESPARGO

(Asparagus officinalis, L.). É um legume conhecido de toda gente e muito apreciado. Pertence à família das Liliáceas. Usam-se principalmente os seus rizomas e as hastes novas. É planta diurética, mas que não se pode empregar nos casos de inflamação das vias urinárias, porque irrita as membranas da mucosa. Emprega-se geralmente a decocção de suas raízes, na medida de 60g por litro de água, ou como extrato na dose de 1 a 4g por dia. Os seus brotos são alimentícios, mas o seu uso provoca um odor desagradável característico na urina. Para fazer desaparecer este odor é suficiente que se ponha no vaso noturno um punhado de sal de cozinha pulverizado. Pode substituir-se a decocção das raízes por um xarope mais agradável ao paladar. Eis aqui a sua receita, segundo ensina Henry de La Roche: moer certa porção de pontas de aspárago frescas, a fim de se obter o sumo. Decantar o sumo e filtrar em papel próprio. Acrescentar em seguida, para cada quilo de sumo, 1.500g de açúcar e deixar cozinhar em banho maria até à consistência de xarope. Conserva-se o preparado em garrafas hermeticamente fechadas, tomando-se em doses de 5 cohleres de sopa, pela manhã e à noite.

18 de maio de 2009

Alquequenje

alquequenje

ALQUEQUENJE

(Physalis alkekenge, L.). Planta her-bácea notável pelo seu cálice de cinco lóbulos, dilatado no tempo da maturação e formando uma espécie de bexiga de cor vermelha viva ou alaranjada. Pertence à família das Solanáceas e é conhecida por diversos nomes: erva-moura, cereja-de-in-verno ou de judeu, erva-de-lanternas, groselheira-do-cabo, erva-de-areia, cereja-de-camisa, erva-pedra, erva-das-serpentes, maçã-de-amor, criança-das-vinhas. Esta planta se caracteriza principalmente pelo seu fruto vermelho como uma cereja e que nasce no meio do cálice de sua flor, sendo esta também de cor avermelhada; além das flores, que vêm em segundo lugar, é sobretudo o fruto que se utiliza como medicamento. Quase todos os autores que tratam de plantas medicinais assinalam o alquequenje como diurético. Raymond Dextreit (1960) classifica os frutos como refrescantes, diuréticos e febrífugos. As suas bagas podem ser indicadas tanto para uso interno como externo. Para uso interno recomenda-se o suco de dois punhados de fruto para um litro de água, o que se obtém deixando cozinhar durante vinte e cinco minutos. Tomar à vontade. Para uso externo, toma-se a planta inteira deixando-a ferver por cinco minutos, na medida de 2 a 4 punhados por litro de água. Usa-se em loções ou instilações. Conta-se que um cidadão de Estraburgo, no século XVII, afetado pela gota, ao ponto de ficar de cama seis meses, foi curado porque comia, a cada mudança de lua, oito bagas de alquequenje, o que provocava a limpeza dos rins, tornando espessa a sua urina. Nunca mais voltou a sofrer da moléstia.