5 de julho de 2009

Plantas medicinais

Plantas medicinais

BARBATIMÃO
Do seu tronco é extraída uma fibra longa, amarelada, de fácil branqueamento, dura, sedosa e brilhante para o fabrico de rendas, cortinas, chapéus, flores artificiais, passa marias, tapetes, cordoalhas.

18 de junho de 2009

Balata

balata

BALATA

(Mimusops Balata Gaertn.)| A balata pertence à família das Labiadas. Recomendam-na para o tratamento da gota reumática, sendo também com antispasmódico, calmante, emenagogo, diurético, tônico, vermífugo, aconselhado na histeria, nos espasmos do esôfago e nas perturbações nervosas intensas.

14 de junho de 2009

Azevinho

azevinho

AZEVINHO

(Tlex aquifolium, Lim.). Arbusto da família das Aqüifoliáceas. O azevinho é uma planta muito comum que cresce sob as matas, também chamada mirto espinhoso. A sua parte ativa é o rizoma e contém virtudes como aperitivo e diurético. Usa-se um punhado num litro de água, que se ferve durante dois minutos, deixando-se em infusão durante dez. Tomar à vontade. Pode-se conseguir bom resultado com o uso do azevinho nos casos de gota, seja sob a forma de infusão ou de extrato aquoso, na dose de 1 a 4g por dia. Contém bastante sal de potássio e cal, um óleo essencial e uma resina. É um diurético comprovado. Bom número de autores prescrevem ainda o xarope de cinco raízes, no qual é empregado o azevinho.

10 de junho de 2009

Uso medicinal

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Ainda outras têm a mesma forma, com a diferença de serem largas na base. Indica-se o seu uso medicinal contra o catarro pulmonar, a rouquidão e a tosse. Segundo o Dr. Léo Manfred, “o infuso teirorme desta planta (10:1.000) emprega-se para combater os males do peito, para facilitar a expectoração, para aumentar o apetite e para favorecer a digestão, bem como para acalmar as dores reumáticas e mitigar a sequidão da garganta.

6 de junho de 2009

Artemísia

artemisia

ARTEMlSIA

(Arlemisia vulgaris Lin.) A artemísia é um gênero de plantas perenes pertencentes à família das Compostas, da qual também faz parte o absíntio (A. absinthium), bem como o estragão (A. dracunculus L.) e a erva-das-sezões (A. mollis). Denominam-na também flor-de-diana. Distinguin-do-a de outras variedades das Compostas, dá-se-lhe a designação de artemísia-verdadeira. É uma planta que atinge lm de altura, de folhas fendidas. Suas flores são de cor branca e numerosas. Floresce em outubro. A artemísia é muito aplicada na medicina doméstica, sendo útil no tratamento de várias doenças: anemia, eólicas, coréia (dança-de-são-guido), fraqueza do estômago, diarréia, enterite, epilepsia, flatulência, gastrite, hidro-lisia, icterícia, lombrigas, menstruação deficiente, mucosidade, nervosismo, nevralgia e reumatismo. Para o tratamento das dores reumáticas, fazem-se fricções com o sumo da erva nas partes doloridas, tendo o mesmo efeito a aplicação de compressas quentes ou cataplasma feitos com a decoeção da planta. A artemísia não é recomendada para as mulheres que amamen-tam. Possui também propriedades inseticidas. Usam-se as folhas, as flores e as raízes, na dose de 15g em 11 de água, duas a quatro xícaras de chá por dia.

3 de junho de 2009

Arrebenta Cavalo

arrebenta-cavalo

ARREBENTA CAVALO

(Solanum aculeatissimus, Jacq. Solanum agrarium, Sendt.). A planta denominada arre-benta-cavalo, que também se chama melancia-da-praia, em Pernambuco; babá, na Bahia e mingola, em Alagoas, é uma erva espinhosa, de haste e folhas cheias de espinho. Os seus ramos atingem 50cm. Tem folhas pecioladas, lobadas, relativamente grandes. As flores são reunidas em pequenos grupos, formando estrelas de cor verde-amarela. Os frutos têm formato esférico ou algo achatado na base. Nascem aderentes aos cálices, e são de cor clara e marcados com estrias verde-escuras. O fruto maduro é amarelo ou verde, e encerra uma substância branca, prateada e semi-esponjosa de sabor muito doce, e muitas sementes reniformes. Afirmam alguns autores que a casca também é comestível, acrescentando que se o fruto contém princípios tóxicos, estes devem existir nas sementes. “Os cavalos, quando comem os frutos, morrem; e as vacas, se não morrem, transmitem pelo leite todas as propriedades tóxicas” (Meira Pena). Deriva-se daí o seu nome popular de arrebenta-cavalo. Em medicina é empregada externamente, tendo a virtude de fazer desaparecer os panos (manchas) da pele, sendo também aplicada contra a urticária. Somente os frutos da planta é que são utilizados em medicina.

31 de maio de 2009

Araçá do campo

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ARAÇÁ DO CAMPO

(Psidium cattleyanum Sabine). Pertence à família das Mirtáceas. É um arbusto de folhas opostas, oblongas, pecioladas, agudas na base e no ápice, coriáceas, de lOcm de comprimento c 5cm de largura; suas flores são brancas, dispostas em pedúnculos axilares, seu fruto é baga ovóide, amarela de 3-5 lojas contendo muitas sementes. Outros nomes científicos são Psidium araça, Raldi iGmijava guineensis, Ktze., G Popycarpa, Ktz., P. guineensis, Sw., P. minus, M.). Fornece madeira muito forte, própria para vigas, engradamento, moirões, cabos de várias ferramentas e instrumentos agrícolas; serve para lenha e carvão de alto poder calorífero. Sua raiz é antidiarréica, diurética e a casca serve para curlume. Suas folhas, principalmente os brotos, são adstringentes e fornecem matéria tintorial. Seus frutos são comestíveis, também adstringentes, ricos em matéria sacarina, mucilaginosos, nutritivos e corroborantes dos intestinos, muito usados c apreciados para doces. Na sua casca existe uma substância cerácea que falta nas outras espécies. Seu fruto tem o sabor parecido ao do morango servindo para doces em massa idêntico à marmelada, cujo consumo é enorme no Brasil. Chama-se “araçàzada”. É cultivada no Brasil desde as Guianas até São Paulo. Muito apreciado e cultivado também no estrangeiro. Em Minas Gerais há a espécie Sampaionis (fruta-de-pomba). No Pará chamam-na aracaíba, araçá-pedra ou araçaí.

27 de maio de 2009

Amoreira Preta

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AMOREIRA-PRETA

(Morus nigra, L.). É árvore originária do Levante, pertencente à família das Moráceas. Pode atineir 5 a lOm de altura. Tem propriedades semelhantes às de sua aparentada, a amoreira-branca, mas não é empregada contra a diabete. Dizem que as folhas da amoreira são o aumento exclusivo do bicho-da-seda e que, na época de Henrique IV Olivier de Serres introduziu a sua cultura na França. Do ponto de vista medicinal, a amoreira-preta, assim como a branca, é utilizada em todo o mundo. A decoeção de sua casca (30 a 60g por litro de água ou de vinho) tem efeito purgativo. Misturada com a raiz da romãzeira, a casca serve para o prepara de uma tisana muito eficaz contra a solitária. As folhas da amoreira–preta, em infusão na medida de 40 a 80g por litro, são um bom febrífugo. A decoeção concentrada das folhas, usadas para gargarejos, acalma a dor de dente. Com os frutos faz-se uma bebida refrigerante muito aprecida. É a seguinte a receita que nos fornece Fleury de la Roche de um xarope de amoras, freqüentemente empregado como peitoral e adstringente: esmagar as amoras para extrair o suco; filtrar o suco e deixar em fogo brando; acrescentar açúcar, na proporção do dobro do peso do suco (de preferência açúcar em tabletes.) Deixar a mistura engrossar até à consistência de xarope normal e guardar em garrafas hermeticamente fechadas. Este xarope é útil contra o defluxo e a diarréia e tem, além disso, a virtude de eliminar os vermes intestinais. Em mistura com água de cevada constitui um bom gargarejo contra as ulcerações da garganta.

19 de maio de 2009

Amajouva

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AMAJOUVA

(Aionea brasiliensis, Meissn). Família das Lauráceas.
Árvore de pequeno porte, que fornece madeira forte.
Os indígenas, antes do descobrimento, usavam as folhas na cura das úlceras c feridas.

17 de maio de 2009

Algarobo

algarobo

ALGAROBO

Família das Leguminosas Mimosáceas (Prosopis juliflora, IX!.).
Arvore comum no Rio Grande do Sul. A casca serve para curtume e exsuda uma goma amarela, sucedânea da “goma–arábica”. Tem flores dispostas em espigas, as folhas são forra-geiras, e as sementes contêm, em estado seco, até 3.94% de matérias graxas, 36,78% de matérias não-azotadas e, 33,62% de matérias azotadas.
O algarobo branco (Prosopis alba Griseb) é árvore da mesma espécie de família, também encontrada no referido Estado.
Sua casca é útil no tratamento das afecções catarrais e as vagens constituem ótima forragem para o gado eqüino e bovino.