27 de maio de 2009

Anabi

anabi

ANABI

Família das Loganiáceas (Potalia amara Aubl.).
Arbusto originário da Amazônia, com folhas curto-pecio-ladas, flores brancas, campanuladas, dispostas em cimeiras.
A infusão dos ramos novos é anti-sifilítica e “o decocto das folhas, graças às suas propriedades adstringentes e muci-laginosas, é também útil contra as oftalmias ou conjuntivites e doenças das pálpebras”

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7 de maio de 2009

Outros tipos de Agrião

agriao

Sua expansão vegetativa é tão grande que em alguns lugares (Nova Zelândia) consideram-na um verdadeiro flagelo.
Parece emitir radiações luminosas; alguns autores atribuem–nas, porém, a uma origem elétrica.” (Pio Correia.)
Segundo Pecholt, o nosso agrião iguala em sabor o agrião das hortas, natural de Chipre. E atribuem-lhe propriedades antí-dotas dos efeitos tóxicos da nicotina.
Citemos ainda o agrião bravo (Cardamine amara L.), arbusto da mesma família; o agrião-da-fonte, nome que na Amazônia é fornecido ao Nasturtium officinale; o agrião-da-terra (Barbarea praecox, R. Br.); o agrião-do-brejo (Nasturtium bo-nariense, DC, e Nasturtium silvestre, R. Br.), o agrião-do-Mé-xico (Torpeolum magus, L.), trepadeira da família das Tropeo-leáceas; o agrião-do-pântano (Nasturtium palustre, DC), espécie das regiões frias do globo; o agrião-do-Pará (Spiianthes acmella, Murr, Spiianthes olerácea, L.), planta da família das Compostas, originária do Pará, medicinal, diurética, antiescorbútica, odontológica, afrodisíaca, empregada na terapêutica da anemia e da dispepsia, e que apresenta hastes tenras e difusas, folhas pecioladas, cordiformes, dentadas, flores amarelas e capítulos terminais pedunculados, caniços, com o invólucro em duas séries.
Observação: em Botânica, o substantivo invólucro designa o conjunto de brácteas que cercam certas inflorescências Brác-tea, por sua vez é a folha modificada, em cuja axila surge uma flor ou todo um sistema de ramificação que termina por flores.

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3 de maio de 2009

Abrunheiro

abrunheiro

ABRUNHEIRO

(Prumus spinosa L.). Da família das Rosáceas. Dá um pequeno arbusto, medindo 2m de altura; sua casca é lisa e seus ramos divaricados e armados de espinhos, também pubescentes enquanto jovens, folhas oval lanceoladas, serradas, com estipulas lineares pubescentes, flores brancas que desabrocham antes mesmo das folhas, peduneuladas, solitárias ou geminadas. Seu fruto é baga azul-escuro ou vermelho-azulada, globosa, muito pequena, contendo polpa esverdeada e adstringente envolvendo apenas 1 caroço rugoso. É planta medicinal. Sua casca é tônica, amarga e febrífuga, cura a leucorréia; os seus frutos serviam -antigamente para o fabrico do extrato de Acácia nostra, medicamento que teve grande voga e também para falsificar o “suco de Acácia” das farmácias e até para fazer certo “vinho do Porto” de grande consumo, especialmente na Inglaterra. Depois de fermentados, produzem diversas bebidas tipo vinho que constituem recurso para os trabalhadores pobres do campo; são comestíveis para as crianças c ainda produzem tinta. A casca também produz tinta.

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