10 de junho de 2011

O que são plantas medicinais

Procura demonstrar, até com resquícios poéticos, a importância e utilidade do estudo do reino vegetal neste ponto de conexão tangencial com a saúde que, em determinadas ocasiões, mais que uma tangente, é um verdadeiro diâmetro que atravessa a existência do homem, como um raio de alívio e de esperança.
Se realmente compreendêssemos esta importância, muito se poderia ganhar em favor da saúde pública, do saneamento de aldeias, cidades, nações e do mundo em geral porque, em muitas ocasiões, bastaria uma aplicação correta de plantas medicinais para controlar, por exemplo, um vírus infeccioso que, propagando-se para outros indivíduos saudáveis, pode ser – e de fato é — o foco do qual se irradia uma verdadeira epidemia que causa um sem-número de vítimas.
Quantas vezes poderia ser evitada uma manifestação de febre tifóide administrando-se, por exemplo, uma infusão de ruibarbo ou de folhas de sena, quando a doença ainda se encontra no estágio de incubação!

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18 de janeiro de 2011

Leguminosas meliloto

MELILOTO (Melilotus ojjicinalis, Lam.).
Família das Leguminosas. O meliloto é uma Papilionácea, de flores amarelas ou brancas em cachos alongados, pendentes, de folhas trifolia-das e vagens curtas. A planta contém ácido cumárico, que se torna a cumarina pela perda de água. É adstringente e cicatri-zante. As flores são muito procuradas pelas abelhas, sobretudo por uma espécie russa. Quando a planta fica embolorada pode causar, no gado, hemorragias que são conhecidas pelo nome de “doença do meliloto embolorado”, o que é devido a um princípio contido no vegetal denominado dicumarol. É antispasmó-dico de eficácia comprovada, antisséptico, adstringente, carmi-nativo e béquico, sendo empregado também para a insônia, as digestões difíceis e contra a febre intermitente. No uso externo é indicada sob a forma de infusão, na medida de 15 a 30g de brotos floridos num quilo de água. Para uso externo, recomenda-se a infusão de 30 a 50g por litro de água, para loções, nos casos de conjuntivite e de eritema cutâneo.

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17 de maio de 2010

Planta cicuta veneno

Planta cicuta veneno

Cicuta veneno.
Antigamente usavam o vinagre e o suco de limão como contraveneno, sendo que hoje usa-se o tanino e o iodureto de potássio ou então a estriquinina ou o ópio. Na Grécia usavam-no como veneno para os condenados à morte. Uso idêntico fizeram os Espanhóis e os Marselheses. Na ilha de Ceos davam-na aos velhos julgados inúteis. Originária da Europa, espalhou-se por todo o mundo. No Brasil cresce expontânea-mente nas hortas, nos monsturos e junto às paredes das habitações. É conhecida também como funcho-selvagem.

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3 de maio de 2009

Flores de Abrunheiro

abrunheiro

As flores são febrífugas e o chá feito com elas é muito agradável, além de adstringente. Passa muito bem pelo Chá da Índia e é a melhor forma para substituí-lo. É muito cultivado no Brasil, mas sua origem é da Europa, onde é considerada árvore histórica. Fornece madeira de alburno vcrmelho-claro e cerne vermelho-pardacento ou par-do-escuro, com veios paravermelhados, própria para bengalas, lenha e curtume, marchetaria, cercas, tapumes, e seu peso específico é 0,780 a 0,909. Seus ramos são flexíveis e espines-centes e em Portugal é conhecida como Ameixeira Brava. Também na Alemanha é cultivada, onde lhe dão os nomes de Schlehe e Schwardorn. Os franceses chama seus frutos de “prunelle” e os portugueses que também a cultivam com intensidade conhecem os frutos como “abrunho”.

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