14 de fevereiro de 2013

Ervas medicinais e seus poderes

Calmantes.
Há dois anos comecei a me sentir mal. Meu coração dispara, em lugar nenhum eu estou bem, me sento triste e angustiado. À noite, é muito difícil iniciar o sono, eu chego a ponto de me deitar e ligar a televisão para tentar me distrair um pouco. Não posso ouvir barulho de pessoas, me sinto fraco e emagreço em poucos dias. O psiquiatra me receitou dois tipos de comprimidos. Tomei durante dois meses e meio e melhorei. Deixei de tomar e voltei a sentir tudo aquilo novamente. Hoje estou reiniciando o tratamento e gostaria de saber se me poderiam indicar remédios naturais, que possam substituir os comprimidos, pelo menos em parte, pois os remédios químicos são tóxicos.

Ervas medicinais que contêm propriedades calmantes são muitas. Citaremos algumas, as mais comuns em nosso meio: erva-cídreira, valeria-na, melissa e maracujá. Essas plantas podem ser tomadas em forma de chás. O preparado deve ser usado antes de deitar. (Uma a duas xícaras.)
Além dessas plantas, são necessários cuidados com o uso de drogas e estimulantes que, na medida do possível, devem ser afastados. Faça igualmente exercícios regulares e não fique se rendendo à tendência de isolamento. Na maioria dos casos o quadro é passageiro.

6 de junho de 2011

Plantas que curam

Acredito que a meta de minha olimpíada vegetal-literá-ria já está claramente definida. Quero  tento, ou pelo menos tentarei  servir à humanidade que está se afogando no oceano de sua própria inconsciência, abrir os olhos deste ser privilegiado pelo seu dom do raciocínio  dom que freqüentemente prefere ignorar  e que numa corrida suicida vai se estatelar contra o muro da destruição, acredito, também, cumprir com um dever honroso e desinteressado de solidariedade para com meus semelhantes, colocando à disposição dos que sofrem  voluntária ou involuntariamente um método mais ou menos bem delineado, mas extremamente eficaz e simples para aliviar seus males.
E com este intuito, inspirando-me nos sentimentos e tendo por guia a esperança de que o leitor saberá compreender quanto procuro lhe transmitir para o seu próprio bem, empreendo esta tarefa que me parece digna, e que não tem outra pretensão que a de ajudar a descobrir o que se encontra à vista de todos e que, por um estranho e incompreensível contra-senso, a maior parte procura ignorar. Parece que também neste caso podemos afirmar que “não há pior cego que aquele que não quer ver”.
Ficaria imensamente feliz, muito honrado e sobejamente recompensado se, no instante em que vou começar este manual de natureza viva, pudesse ter a certeza de que o leitor benevolente abrirá uma brecha em seus inúmeros afazeres cotidianos, nesta corrida contra o relógio que, não sei por que, chamamos de vida, quando ela tudo é, menos isso, para dedicar alguns minutos de atenção a este compêndio que não é um recurso de alquimia ou a pedra filosofal que garante a eterna juventude, aquela juventude que James Hilton nos promete no Shangri-La de seu “Horizonte Perdido” e que o fará lembrar-se de que, se não é a fonte da eterna juventude, ele tem, porém, a fonte da cura, do bem-estar, da saúde e até do prolongamento de sua longevidade nestas plantas ou ervas às vezes chamadas pejorativamente de “marinhos” que crescem ao seu redor, muito próximas, oferecendo a vida, a única vida autêntica e legítima, cujo ponto de partida, conceito e formação estão no velho aforis-ma: “Mente sã em corpo são”.