18 de agosto de 2010

Cravo de defunto

Cravo de defunto:
Esta espécie, e bem assim a T. patula, L., são ricas em óleo essencial de cheiro desagradável, às vezes mesmo fétido, as flores de ambas encerram quercetagetin, matéria corante usada na Índia para tingir a seda e a lã em amarelo-pardo-claro, pardo-cinzento, amarelo-pardo-escuro e cinzento amarelado. Em bora não haja dúvida alguma quanto à origem mexicana desta espécie, parece que em sua pátria jamais foi encontrada em estado silvestre; naturalizada em todo o Brasil, é uma das plantas que acompanham o homem e que marcam também os lugares em que ele habitou. É encontrado nas taperas, nos quintais, etc. É peitoral e calmante, muito empregada quando cosida, ou em infusão, contra as dores reumáticas, os resinados, a bron-quite e a tosse; as raízes e as sementes passam por laxativas. Os floricultores obtiveram dela flores dobradas e muito grandes, até 7cm de diâmetro, de cores ainda mais vivas, predominando a cor de laranja e a amarelo-enxofre. Sua floração é abundante, especialmente a variedade anã, que mede 40-60cm. É conhecido como cravo-da-índia, ou rosa-da-índia, ou rosa-da-índia. Mais informacão sobre os cravo de defunto visita plantas ornamentais.