22 de maio de 2009

Ameixeira silvestre

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“Por seu teor em açúcar e hidratos de carbono torna-se a ameixa um auxiliar alimentício que substitui os azotados, quando forem contra-indicados.
Deste modo, a ameixa pode ser desassombradamente usada pelo reumático, pelo gotoso, pelo arterioscleroso, etc, empregada nos casos de medicamentos diuréticos.” (Eurico Teixeira.)
A análise química dessa fruta, quando fresca, revelou isto: água, 82; açúcar, 3,5; hidratos de carbono, 4,5; albuminóides, 0,5; ácidos, 1,5; cinzas, 0,6; celulose, 5.
Frisemos que a ameixeira silvestre, muito conhecida no Ceará, planta rica em tonino, e empregada para lavagem de feridas, ainda não foi estudada pelos botânicos.

21 de maio de 2009

Ameixeira

ameixeira

AMEIXEIRA

Família das Rosáceas (Prunus domestica, L.).
“Pequena árvore ou arbusto, originário do Cáucaso, de folhas alternas, flores branco-esverdeadas.
O fruto c drupa violácea, roxo-escura, amarelada ou amarela.
Peso específico: 0,777 a 0,886. Esta pequena árvore é cultivada há muitos séculos em virtude de produzir fruto car-noso, saboroso e suculento (“ameixa”, “prince”, dos franceses); dela existe hoje numerosas variedades hortícolas, algumas de fruto bastante doce e mais próprio para ser comido cru (mais de 10% de matérias pépticas), principalmente as denominadas Ketcher, Mirabcla e Rainha Cláudia, que são as mais comumente cultivadas no Brasil.
Esses frutos encerram uns 20% de nitrogênio e são laxa-tivos quando ingeridos cm maior quantidade, pelo que não convém às pessoas que sofrem de afecções intestinais; eles prestam-se especialmente para marmeladas, compotas e passas (“ameixa passada” — “Pruneau” dos franceses), e, assim preparados (44% de glucose e 13,43% de matérias estrativas não–azotadas) têm consumo mundial relativamente enorme, entrando também nas confecções de numerosos pratos de sobremesa.