6 de junho de 2011

Plantas que curam

Acredito que a meta de minha olimpíada vegetal-literá-ria já está claramente definida. Quero  tento, ou pelo menos tentarei  servir à humanidade que está se afogando no oceano de sua própria inconsciência, abrir os olhos deste ser privilegiado pelo seu dom do raciocínio  dom que freqüentemente prefere ignorar  e que numa corrida suicida vai se estatelar contra o muro da destruição, acredito, também, cumprir com um dever honroso e desinteressado de solidariedade para com meus semelhantes, colocando à disposição dos que sofrem  voluntária ou involuntariamente um método mais ou menos bem delineado, mas extremamente eficaz e simples para aliviar seus males.
E com este intuito, inspirando-me nos sentimentos e tendo por guia a esperança de que o leitor saberá compreender quanto procuro lhe transmitir para o seu próprio bem, empreendo esta tarefa que me parece digna, e que não tem outra pretensão que a de ajudar a descobrir o que se encontra à vista de todos e que, por um estranho e incompreensível contra-senso, a maior parte procura ignorar. Parece que também neste caso podemos afirmar que “não há pior cego que aquele que não quer ver”.
Ficaria imensamente feliz, muito honrado e sobejamente recompensado se, no instante em que vou começar este manual de natureza viva, pudesse ter a certeza de que o leitor benevolente abrirá uma brecha em seus inúmeros afazeres cotidianos, nesta corrida contra o relógio que, não sei por que, chamamos de vida, quando ela tudo é, menos isso, para dedicar alguns minutos de atenção a este compêndio que não é um recurso de alquimia ou a pedra filosofal que garante a eterna juventude, aquela juventude que James Hilton nos promete no Shangri-La de seu “Horizonte Perdido” e que o fará lembrar-se de que, se não é a fonte da eterna juventude, ele tem, porém, a fonte da cura, do bem-estar, da saúde e até do prolongamento de sua longevidade nestas plantas ou ervas às vezes chamadas pejorativamente de “marinhos” que crescem ao seu redor, muito próximas, oferecendo a vida, a única vida autêntica e legítima, cujo ponto de partida, conceito e formação estão no velho aforis-ma: “Mente sã em corpo são”.

28 de novembro de 2010

Arvore jambolão

JAMBOLÃO (Syzygium joambolanum).
Família das Mir-táceas. O Jambolão, que também é denominado Jambol, jam-bul, jamelão e jalão, é uma árvore de alto porte, muito comum no Brasil. Seus ramos e folhas são dispostos aos pares. Os seus frutos, insípidos, são de um colorido roxo-negro. Frutifica em fevereiro. A casca da árvore tem emprego contra disenteria, hemorragias e leocorréia, sob a forma de decocção. As sementes são empregadas com efeitos benéficos contra diabete açucarada, para o que se toma 0,5g dessas sementes pulverizadas, duas a três vezes por dia. Para o mesmo efeito usa-se também o suco obtido das sementes esmagadas, na dose de duas gotas misturadas com um pouco de água, três vezes por dia.

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13 de abril de 2010

Chás medicinais

Chás medicinais

Chás medicinais CHÁ DA AMÊRICA.
Esta planta também é medicinal, sendo que durante muitos anos a infusão de suas folhas substituiu o famoso Chá da Índia e ainda hoje é muitíssimo usado em todo o mundo para esse fim. Como terapêutico, é excelente remédio para curar as dores do estômago e a dispepsia, muito usada na antigüidade para, associada a outras plantas, servir como febrí-fuga, diurética, estimulante ,e digestiva. Além de medicinal, é planta ornamental e muito cultivada na Europa.

4 de janeiro de 2010

Cassida

Cassida

CASSIDA (Ribes nigrum, L.).
A cássida é um pequeno arbusto cultivado em muitos jardins. Pertence à família das Grosclheiras (Ribesiáceas). Suas folhas são recortadas; seus frutos em cachos negros são muito conhecidos. As folhas têm propriedades diuréticas e ação anti-rcumática; o fruto é alimentício, rico em vitaminas C e D. As folhas da cássida são empregadas sob a forma de infusão a 5% (meio litro por dia) ou sob a forma de extrato fluido (uma colher de café antes das principais refeições). Contra o reumatismo crônico recomenda-se uma combinação de plantas, considerada bastante eficaz: lOOg de folhas de cássida, 50g de folhas de freixo e 50g de flores de barba-de-bode. Adiciona-se uma colher de sopa da beberagem assim preparada numa xícara de água fervente, sendo essa a dose recomendada.

25 de dezembro de 2009

Efeitos medicinais

Efeitos medicinais

Também Notre-Dame, de Paris, e Sainte-Chapelle tém seus arcaboucos desta madeira. Sua casca é adstringente, febrífuga e também usada na industria de curtume. Contém tanino, ácido gálico, acucar náo-cristalizável, pectina, magnesia e potassa. Foi também muito usada contra as febres intermitentes e ainda hoje em dia é usada, depois de reduzida a pó, para pulverizar e lavar as úlceras atónicas.

6 de dezembro de 2009

Cha carqueja

cha carqueja

Esta especie, e provavelmente outras do mesmo género, cortada em pedacos e estes logo enterrados, constituí bom adubo para certas plantas que exigem térra úmida. Como já assinalamos para a B. genistelloides, Pers., a populacáo rural argentina acredita igualmente na eficacia desta especie contra a impotencia sexual do homem e a esterilidade da mulher.

10 de setembro de 2009

Efeitos medicinais

Efeitos medicinais

Muito útil no combate às febres intermitentes e tíficas, nas irregularidades da menstruação, nas afecções grangrenosas, nas atonias do aparelho digestivo, nas diarréias crônicas, nas disenterias, nas orquites, na leucorréia, no reumatismo, nas enfermidades da pele e na clorose.