
Outra subespécie também comestível crua é a Sapientum Schum, de pseudocaule até 6m de altura, flores numerosas com bráceas rosas decíduas e fruto oblongo, geralmente subtrígono, às vezes cilíndrico, sempre carnoso, ligeiramente ou pouco recurvado, às vezes reto, amarelo ou avermelhado, de 8 a 20cm de comprimento.

Seus frutos são comestíveis no estado natural, ou seja, sem necessidade de cosimento, com exceção de banana rajada que é conhecida como banana-de são tomé, originária da ilha africana desse nome, com folhas e frutos mais compridos e com estrias brancas e brácteas vermelho claras interiormente, cultivada em várias nações do globo, inclusive no Brasil.

Existem as subespécies como bico verde, figo, ouro, maçã, pernambuco, prata, rosa santa Elisa, etc. Têm frutos pequenos, cilíndricos ou angulosos, de casca coriácea amarelo brancacenta ou amarelo intenso ou ainda violácea.

Outra variedade é a banana de são tomé, cujo fruto é menor, mais cilíndrico e mais reto, com polpa amarela, mais apropriada para assar, enquanto as anteriormente citadas são próprias para fritar.

BANANEIRA
(Musa paradisíaca, L.), Cifforíiarta L., M. paradisíaca var. normails, Kuntze, M. sapientum Griseb., var. paradisíaca Bak.), da família das Musáceas. Planta herbáceoarborescente, intensamente medicinal, pois tem aplicações especiais contra a diarréia astênica, a erisipela e afecções congêneres, fazendo-se dela um certo xarope muito usado para a cura das bronquites, tuberculose e dispepsias.