1 de junho de 2010

Especie arvore cinamomo

Especie arvore cinamomo.
O eminente botânico, Dr. Chodat (Bulletin de La Societè Botanique de Genève, 1919), conta haver assistido, no Paraguai, “ao despojamento, pelas formigas, de uma Melia aze-darach cuja delicada folhagem e belas inflorescências lilacinas eram reduzidas a pequenos fragmentos”. Não se poderia encontrar um exemplo contrário mais frisante, mais demonstrativo da ingênua esperança de dispormos de uma panta sauvicida, salvo se admitirmos que as formigas observadas por aquele cientista tiveram tanto trabalho apenas para suicidar-se. .. É certo que o professor Thais informa que o CINAMOMO, entre todas as espécies argentinas e estrangeiras é, talvez, a única que, na vizinha República do sul, pode ser considerada como completamente indene do ataque dos gafanhotos (schistocerca paranaensis, Burm.), fato que se dá igualmente na Índia e que Bur-kill atribui ao amargor das folhas, mas isto não significa que lhes sejam nocivas. Os bois, cabras e carneiros comem-na som avidez, (Winckler); no Punjab, mesmo nas províncias de Agra e de Oudh, no coração da índia, nos arredores da sua própria capital (Delhi), colhem-se os ramos, os quais constituem for-ragem comum, quase cotidiana, apenas interrompida quando a árvore perde a folhagem (Kanjilal); mais ainda, o próprio homem as come ali por ocasião da festa do Gudhi Padava, que é o dia 1 do mês de Chait, ou seja, o primeiro dia do ano.

28 de maio de 2010

Cinamomos

Cinamomos.
Tem sido aconselhada para o reflorestamento de terrenos ordinários; em alguns países como Costa Rica, Java, Madagascar, Reunião, é usada para sombrear os cafeciros; na Tripolitânia ensaiaram-na como fixadora de dunas. O seu desenvolvimento é tão grande que, embora ao cabo de um ano ainda não exceda de lm, já é aos três anos árvore perfeita e, aos cinco, mesmo em solos pobres, pode atingir a altura de 7m ou mais e o diâmerto de 50cm. Entretanto, sua cultura no Brasil tem sido feita apenas como espécie ornamental e de sombra, aliás do mais belo efeito, tanto para os parques e jardins quanto para a arborização de ruas (São Paulo e Belo Horizonte); contudo para São Paulo não é recomendável, devido à fragilidade dos seus ramos, que não resistem à ação dos ventos impetuosos.