6 de julho de 2009

Plantas medicinais fotos

Plantas medicinais fotos

Ainda do tronco pode-se extrair matéria para o fabrico de papéis. O seu papel é sem gema, impermeável naturalmente, fino e resistente.
Pela potassa e ácido fosfórico existentes na banana ela pode ser usada na refinação do açúcar c no fabrico do sabão, ótimo alimento para os animais, especialmente os suínos

18 de junho de 2009

Balata de

balata de

Contém tanino, um princípio amargo e um óleo essencial. Aplica-se, em doses de 2 a 3 xícaras por dia, a decocção de 15 a 30g da planta em 500g de água.

12 de junho de 2009

Azedinha da horta

azedinha-da-horta

AZEDINHA-DA-HORTA

Planta da família das Poli-gonáceas, seu nome científico é Rumex-acetosa, L. É muito vivaz, de caule fistuloso, ereto, estriado e freqüentemente avermelhado, até 80 centímetros de altura. Suas folhas são um pouco glaucas na página inferior, carnosas, sendo as inferiores pecioladas, oblongas ou ovais, sagitadas, com aurículas acuminadas e dirigidas para baixo, quase paralelamente ao pecíolo, que é muito comprido e canaliculado, e as superiores sésseis e ample-xicales, bainha inciso dentada ou laciniada, amarela, suas flores, avermelhadas, pequenas, dispostas em panículas terminais e laterais.

11 de junho de 2009

Azedinha

azedinha

AZEDINHA

(Oxalis corniculata, L.). A azedinha é uma pequena erva de folhas ternadas, pertencente à família das Oxalidáceas. Dá flores amarelas, dispostas em umbela, com folíolos cordiformes. Os pecíolos e as folhas possuem um gosto muito azedo, devido à grande quantidade de oxalato de cálcio que contêm. As raízes? são antiscorbúticas. Segundo a superstição popular, as folhas normais de quatro folíolos dão sorte a quem as encontra. Existem dela numerosas variedades, todas levando a mesma denominação, tais como azedinha-de-Corum-bá, azedinha-da-horta, azedinha-de-folha-cortada etc. Também conhecida por trevo-azedo.

7 de junho de 2009

Asperula

asperula

ASPÊRULA

(Asperula odorata, L.). É uma pequena planta graciosa, fina, pertencente à família das Rubiáceas. Chamam-na em França pequeno-lírio-dos-vales e farinha-dos-bos-ques. É um excelente antispasmódico, calmante, que dá bons resultados nos casos de insônia. Tem odor suave devido à cuma-rina que encerra, em grandes proporções. A planta é aromática e também tonificante, adstringente, diurética e antisséptica. Facilita a digestão dos doentes sujeitos a vertigens e ansiedades. A sua decocção é excelente contra as flores-brancas. A cumarina é estupefaciente hipnótico. Para uso interno deve-se empregar a infusão de 30 a 50g por litro, para tomar em xícaras 3 a 4 vezes por dia. No uso externo emprega-se a decocção à razão de 30 a 50 por mil, em instilações quentes.

8 de maio de 2009

Aiapaina

aiapaina

AIAPAINA

Este nome serve para designar diversas espécies da flora amazônica, como por exemplo a Euphorbia coíinifolia L., frondoso arbusto da família das euforbiáceas, de folhas longo pecioladas, cujo látex muito cáustico e tóxico foi utilizado por alguns selvagens para envenenar suas flexas, e a Eupatorium triplinerve Vahl, subarbusto das Compostas, de folhas opostas, sésseis, e flores azuis, reunidas em capítulo, planta empregada contra o tétano, angina, cólera-morbo, afecções da boca, veneno das serpentes, e certas enfermidades dos olhos e dos ouvidos.

7 de maio de 2009

Aguaraciúnha

aguaraciunha

AGUARACIÚNHA

(Tiaridium indicum). Família das Heliotrópias. Erva empregada nas inflamações do ânus e no tratamento das úlceras e feridas.

É também chamada Borracha-Brava

A infusão de folhas de agrimônia

agrimonia

A infusão de folhas de agrimônia é de uso caseiro nos casos de enxaquecas, indiges-tão e diarréias. Certos autores recomendam-na como tônico eficaz contra tumores, torceduras, esmagamento de tecidos, contusões. Para tais aplicações cozinham-se as folhas de agrimônia em fogo brando até que se obtenha uma pasta homogênea e bem consistente, usando-se partes iguais de vinagre, farelo de trigo e folhas de agrimônia picadas. A mistura deve ser aplicada tão quente quanto possível sobre as partes doentes. Renova-se, a aplicação pela manhã e à noite, até a cura completa. O Dr. Verley-Leclerc, em sua obra “L’ami des jardins”, dá a receita de um vinho de agrimônia que surte bons resultados no tratamento das úlceras varicosas: deixam-se aquecer em fogo brando lOOg de folhas de espinheiro (silva) em um litro de água durante seis horas. Vai-se adicionando água regularmente, para evitar a infusão. Toma-se a mtade restante da água e, depois de filtrá-la, mistura-se xarope de amoras silvestres (lOOg), acrescenta-se um vidro comum de infusão de agrimônia. Com este preparado fazem-se aplicações sobre as feridas três vezes ao dia. Um frasco quente de cada vez. A ação do xarope de amoras silvestres, das folhas e dos frutos, junto à da agrimônia, aumenta os efeitos curativos do preparado.

Agrimônia

agrimonia

AGRIMÔNIA

(Agrimônia eupatoria, L.). A agrimônia é uma planta selvagem, muito comum às margens das estradas.

Pertence à famüia das Rosáceas. Dá uma espiga de flores amarelas e tem folhas dentadas, quase todas situadas em sua base, ligeiramente felpudas. Os frutos nascem aderentes ao caule e são cobertos de pelos eriçados que se grudam à roupa quando se roça neles, como acontece com o picão. É planta adstringente, útil no tratamento de feridas. Dá bons resultados também nas faringites crônicas de pessoas que, geralmente por profissão, falam muito, ou então para os cantores. Ê empregada eficazmente nas diarréias. O Dr. Leclerc, no seu tratado de fito-terapia, recomenda-a no tratamento das afecções da garganta, em gargarejos (5 vezes ao dia) de sua decocção, que se prepara com lOOg de folhas secas para um litro de água, deixando ferver até reduzi-la a um terço e adicionando, a seguir, 50g de mel rosado. Os gargarejos com a decocção das folhas de agri-mônia têm surtido efeitos positivos em numerosos casos de pessoas afetadas de dores de garganta em conseqüência do trabalho (pregadores, cantores, locutores, etc.)

Outros tipos de Agrião

agriao

Sua expansão vegetativa é tão grande que em alguns lugares (Nova Zelândia) consideram-na um verdadeiro flagelo.
Parece emitir radiações luminosas; alguns autores atribuem–nas, porém, a uma origem elétrica.” (Pio Correia.)
Segundo Pecholt, o nosso agrião iguala em sabor o agrião das hortas, natural de Chipre. E atribuem-lhe propriedades antí-dotas dos efeitos tóxicos da nicotina.
Citemos ainda o agrião bravo (Cardamine amara L.), arbusto da mesma família; o agrião-da-fonte, nome que na Amazônia é fornecido ao Nasturtium officinale; o agrião-da-terra (Barbarea praecox, R. Br.); o agrião-do-brejo (Nasturtium bo-nariense, DC, e Nasturtium silvestre, R. Br.), o agrião-do-Mé-xico (Torpeolum magus, L.), trepadeira da família das Tropeo-leáceas; o agrião-do-pântano (Nasturtium palustre, DC), espécie das regiões frias do globo; o agrião-do-Pará (Spiianthes acmella, Murr, Spiianthes olerácea, L.), planta da família das Compostas, originária do Pará, medicinal, diurética, antiescorbútica, odontológica, afrodisíaca, empregada na terapêutica da anemia e da dispepsia, e que apresenta hastes tenras e difusas, folhas pecioladas, cordiformes, dentadas, flores amarelas e capítulos terminais pedunculados, caniços, com o invólucro em duas séries.
Observação: em Botânica, o substantivo invólucro designa o conjunto de brácteas que cercam certas inflorescências Brác-tea, por sua vez é a folha modificada, em cuja axila surge uma flor ou todo um sistema de ramificação que termina por flores.