24 de novembro de 2012

Calorias de um pão

Com que pão ?

O recheio ideal de um sanduíche magro você conhece  queijo branco, peito de peru light, tomate, alface, pepino. O pão é que são elas! Confira na tabela o valor calórico de cada um deles.

PÃO (em 100 gramas) CALORIAS GORDURAS
Croissant 460 21 g
Hot dog/hambúrguer 269 0,2 g
Batata 241 7,59 g
Centeio 247 0,8 g
Glúten 254 3,8 g
Queijo 280 13,78 g
Francês 269 0,2 g
Integral 281 1.5 g
Italiano 271 3,5 g
Sírio (árabe) 269 0,2 g
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24 de junho de 2012

Síndrome do intestino irritável

A síndrome do intestino irritável.
Também conhecido simplesmente como colite ou cólon irritável, esse problema acomete em torno de 25% da população. Quem sofre desse mal tem, por razões diversas, um intestino com funções alteradas. Esse quadro está por trás de dores abdominais, flatulência e sensação de abdômen estufado, prisão de ventre ou diarréia. Sem falar numa irritabilidade constante, como decorrência – e talvez causa – desses sintomas. Além de fatores psíquicos, existem outros distúrbios acusados de deflagrar essa doença tão comum. Entre eles, estão alergias a alguns alimentos, em particular ao leite, desarranjos na flora intestinal e falhas na atuação dos hormônios gastrointestinais que, por algum motivo, passam a trabalhar de forma destrambelhada. A colite compromete a qualidade de vida e gera um grande custo para seus portadores e para a sociedade. Afinal, são necessários inúmeros exames de laboratório para detectar o que provoca seus sintomas. A má notícia: em geral ela é crônica, com períodos de melhora e de piora. A boa notícia: trata-se de uma enfermidade que não é considerada grave.

17 de junho de 2011

Saúde preventiva

Finalmente, e para resumir, o que temos aqui – falando em termos gerais da obra – é um manual prático, que reúne as duas condições principais que devem caracterizar um livro científico: o fato de ser útil ou prático, e o fato de poder ser utilizado por pessoas leigas. Em suma, procurou-se oferecer ao leitor informação tão ampla quanto o permitiam as limitações de um texto literário, colocando em suas mãos meios, possivelmente desconhecidos de muitos, que servirão, sem qualquer dúvida, para melhorar o tratamento e a conservação da saúde.

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17 de maio de 2011

Visco planta

VISCO (Viscum álbum, L.).
Família das Lorantáceas. O Visco ou visgo é planta lenhosa, parasita, que nasce sobre os ramos de diferentes árvores, principalmente dos carvalhos, nos choupos, alamos e na macieira. Suas bagas brancas e suas folhas, sempre verdes, servem de enfeites em festas populares. Como planta medicinal, o visgo tem sido usado desde a mais remota antigüidade e os médicos modernos o empregam ainda sob várias formas. É antispasmódico e redutor da pressão sangüínea. Suas virtudes são comprovadas por vários autores. Pela sua ação como hipotensor apresentou resultados convincentes em casos de hemoptises renintentes, ao ser empregada a mace-ração da planta em rum. É benéfico o seu efeito no sistema nervoso vasomotor nos casos de artcriosclerose. Já os antigos terapeutas a classificavam entre os antispasmódicos. Atualmente se prescrevem pílulas e outras aplicações à base viscina, que é uma substância espessa extraída do visco, de fórmula química Cfl Hji N, o que representa um reconhecimento científico de sua eficácia. Recomenda-se o seguinte preparado, sob forma de püula: extrato aquoso de visgo, 0,05, pó de alcaçuz Q, cada pílula na dose de 4 a 8 por dia. Em solução injetável aplica-se a seguinte fórmula; extrato aquoso de visgo, 0,20, solução fisiológico, lcm 3; ou ainda um xarope, à razão de 0,05 por colherada de chá: extrato aquoso de visgo, 0,50, xarope simples, 200g. Pode empregar-se também a maceração em vinho, usando 40g de planta fresca em l.OOOg de vinho branco, na dose de 130g por dia. A planta verde pode servir de alimento para os animais leiteiros, tendo como efeito o aumento do leite nas vacas. Os frutos podem ser dados às aves que muito os apreciam. Ainda com as suas bagas preparadas se costuma untar varas para caçar pequenos pássaros.

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5 de abril de 2011

Sapotizeiro

SAPOTIZEIRO (Achras sapota, L.).
Família das Sapo-táceas. Árvore copada, de grande desenvolvimento, com folhas verde-escuras. O fruto é um dos mais deliciosos do mundo. “De duas formas se apresentam os sapotis: esféricos ou oblongos, de casca parda, tendo uma polpa suculenta, perfumada, comí-vel. Sementes pretas, luzidias, ‘diuréticas’, mas, segundo Le Cointe, tóxicas, em doses elevadas. F.C. Hoehne, porém, diz que as cascas do sapotizeiro, as sementes do sapoti, são amar-go-adstringentes e na medicação caseira empregadas para vários fins. Assim são apontadas como antifebris, diuréticas e vulne-rárias. Não faz referência à possibilidade de serem tóxicas. A polpa do fruto é inofensiva.” (Eurico Teixeira da Fonseca.) O leite do sapotizeiro é rico em gutapercha. Esta árvore prefere os terrenos semi-úmidos, abundantes em terra vegetal. É geralmente cultivada no Brasil, desde o Pará até o Rio de Janeiro, além de ser comum em todos os países da América, situados na zona intertropical. (Informação do Visconde de Beaurepaire–Rohan.) Para alguns fruticultores existem duas variedades de sapoti: o de polpa clara e o esverdeado. Quanto à cultura, informa Eurico Santos: “O sapotizeiro multiplica-se de semente, que se põe na terra fofa dos viveiros, ou em caixotes, meio enterrados uns três centímetros, em posição horizontal, quer dizer, no sentido longitudinal da semente. A reprodução por semente exige 10 a 14 anos para a árvore produzir aqui no Rio e, talvez, menos no norte. O preferível é praticar a enxertia de encosto, em pés francos, de 4 a 5 anos, ou sobre outra sapo-tácea como a Mimosops Kruki, por exemplo, que segundo Har-less, diretor do Jardim Botânico de Saharanpur, índia, é ótimo ‘cavalo’ para o sapotizeiro, tornando mais precoce a frutificação e dando à árvore menor porte. Pode-se também reproduzi-la por alparque, estaca e mergulho. Distância entre as árvores: 10 metros.”

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