19 de junho de 2012

Plantas e remedios medicinais

Plantas e remedios.
Por que essa mistura pode ser perigosa.
Um artigo publicado por cardiologistas da Clinica Mayo, nos Estados Unidos, chama a atengao para um fenomeno comum entre americanos e brasileiros. Muita gente que toma medicamentos para controlar o colesterol ou a pressao tambem faz uso de fitoterapicos com esse ou outros fins terapeuticos. “0 problema e que eles podem interagir, diminuindo ou exagerando a acao das drogas, alem de ampliar os efeitos adversos”, dizArshad Jahangir, um dos responsaveis pelo levantamento (veja alguns exemplos ao lado). “E preciso estar atento a esses riscos e consultar um especialista antes de tomar fitoterapicos”, recomenda.

ERVA-DE-SAO-JOAO + remedios para pressao, colesterol e arritmia = reducao dos efeitos das drogas e aumento da probabilidade de derrames.
SUCO DE GRAPEFRUIT + estatinas, anti-hipertensivos = dores musculares e danos ao ffgado, queda da pressao.
GINKGO BILOBA + certos anticoagulantes = sangramentos.

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10 de junho de 2012

Variedades de maçã

AS QUERIDINHAS DO BRASIL.
Elas atendem pelos nomes de gala e fuji e, juntas, somam 90% das variedades de maçã consumidas no país, de acordo com o engenheiro agrônomo Alessandro Nogueira, que se dedica a estudos sobre a fruta. Por isso, ele e sua equipe decidiram comparar as quantidades de compostos fenólicos nos dois tipos. Os resultados ainda não foram divulgados, mas SAÚDE! adianta algumas informações preciosas.
GALA:
Pequena, com a polpa mais adocicada e menos firme, ela foi a campeã do teste, classificada como uma fruta de atividade antioxidante alta.
FUJI:
É aquela com a polpa mais azedinha, firme e crocante. De acordo com os experimentos realizados pelo grupo de Nogueira, possui atividade antioxidante mediana.
Uma maçã contém, em média, 400 miligramas de antioxidantes, quantidade significativa para conferir uma boa proteção contra tumores

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8 de junho de 2012

Maçã contra o câncer

1 MAÇÃ contra o câncer.
Basta uma unidade por dia para você derrubar os riscos de ter alguns tipos de tumor, principalmente o de intestino. De quebra, você ingere substâncias que protegem as artérias
e que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue.
Costumam repetir os americanos: “One apple a day keeps the doctor away”. E comece a levar a sério o que poderia soar a uma rima tola: uma maçã por dia ajuda, sim, a manter os médicos bem longe. Essa seria, mais ou menos, a tradução do ditado e é verdadeira pelo menos no que diz respeito ao câncer.
Um estudo polonês, realizado na Universidade Jagiellonian e divulgado no European Journal of Câncer Prevention, uma publicação científica de prestígio, corrobora com essa idéia. Os pesquisadores entrevistaram 592 portadores de tumor colorretal e 765 indivíduos saudáveis, comparando toda sorte de informações sobre seu estilo de vida, sobretudo o que comiam  verduras, frutas e, entre elas, maçãs especificamente. “Depois de analisar os dados dos dois grupos, concluímos que a ingestão diária de pelo menos uma maçã já reduz em 35% o risco de um câncer intestinal”, conta! Wieslaw Jedrychowski.
O trabalho não é o único a apontar um efeito anticâncer da fruta. Na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, nutricionistas pingaram o extrato de maçã diretamente em células tumorais de mama e notaram que ele foi capaz de frear sua multiplicação. Na prática, isso indicaria que a fruta não só atuaria na prevenção do problema como favoreceria sua cura.
“O mérito é dos chamados compostos fenólicos, um time poderoso de antioxidantes, presentes em doses generosas nas maçãs”, explica o engenheiro agrônomo Alessandro Nogueira, do Grupo de Trabalho sobre Maçã da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no interior do Paraná. Esses componentes neutralizam radicais livres, moléculas formadas no organismo que, em excesso, prejudicam o DNA das células, desencadeando a proliferação desordenada por trás da formação de um tumer. “Além dessa ação contra os radicais, há indícios científicos de que os mesmos compostos regulariam a resposta imunológica e a expressão do gene P53, envolvidos no aparecimento de tumores”, completa Jedrychowski.
No grupo de compostos fenólicos encontrados no fruto da macieira, alguns merecem destaque. “As pro-cianidinas, as quercetinas glicosi-ladas e a rutina estão entre os principais”, lista a nutricionista Andréa Andrade, da RG Nutri Consultoria em Nutrição, na capital paulista. Não se preocupe em decorar esses nomes complicados, mas em aprender o seguinte: sempre consuma a maçã inteira. “Sua casca possui de cinco a dez vezes mais substâncias ativas do que a polpa”, justifica Alessandro Nogueira.
Se o produto não for orgânico, procure varrer os agrotóxicos. “Basta deixar a fruta imersa em 1 litro de água com 50 gotas de hipo-clorito durante 15 minutos e depois lavá-la com água potável”, ensina a engenheira agrônoma Marta Spoto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba, no interior de São Paulo.
Alessandro Nogueira dá outro recado: não adianta devorar todas as maçãs da fruteira. Ao contrário. “Comer mais de três unidades por dia anula a ação positiva, porque, em excesso, seus componentes têm uma espécie de efeito tóxico, gerando mais radicais livres em vez de combatê-los.” Portanto, basta mesmo seguir o velho ditado e apostar em uma única maçã por dia.

12 de junho de 2011

Manual sobre plantas medicinais

Por isso um bom manual sobre plantas medicinais pode ser aceito e qualificado como jóia científica, que deve ser guardada como um tesouro, e diante dos primeiros sintomas de mal-estar geral, quando a doença ainda não começou seu processo dilacerante e corruptor, devemos consultá-lo e ministrar a planta que, pelos sintomas do paciente, pode atuar como um bálsamo benéfico, garantindo sua cura.
Aqui cabe uma ressalva: é óbvio que não podemos confiar unicamente no manual de plantas benéficas para curar totalmente uma doença, e quando percebemos que elas não têm poder suficiente para curar a enfermidade, torna-se necessário consultar imediatamente um médico, que será o único que poderá trazer uma solução e um remédio em determinados casos.
Para que possamos ter um máximo de conhecimentos específicos sobre a utilidade – ou inutilidade — das plantas para o corpo humano, o doutor Yarza, com louvável critério e precisão, dividiu a presente obra em duas partes fundamentais, clara e perfeitamente definidas, para melhor e maior compreenssão do leitor.
Na primeira parte apresenta, em rápido esboço e de forma elementar, acessível a todos, o que é a anatomia, quais as peças fundamentais que compõem nosso organismo, e também as principais ou mais freqüentes enfermidades do corpo humano e os métodos utilizados para curá-las, aplicando corretamente os elementos vegetais — as plantas — que estão a nosso alcance.
Na segunda parte relaciona, na forma de verbetes, as plantas que podem contribuir para um melhor sistema de vida, para um funcionamento quase perfeito do organismo, descrevendo suas propriedades curativas e a maneira de utilizá-las.
Será, pois, de grande utilidade a complementação desta obra com alguns conselhos sobre os preparados deste autêntico estudioso das plantas, deste mestre da Ciência Natural, que se chama Maurice Mességué. Por meio dele podemos aprender muito, e será ótimo que aprendamos tudo ao mesmo tempo.

10 de junho de 2011

O que são plantas medicinais

Procura demonstrar, até com resquícios poéticos, a importância e utilidade do estudo do reino vegetal neste ponto de conexão tangencial com a saúde que, em determinadas ocasiões, mais que uma tangente, é um verdadeiro diâmetro que atravessa a existência do homem, como um raio de alívio e de esperança.
Se realmente compreendêssemos esta importância, muito se poderia ganhar em favor da saúde pública, do saneamento de aldeias, cidades, nações e do mundo em geral porque, em muitas ocasiões, bastaria uma aplicação correta de plantas medicinais para controlar, por exemplo, um vírus infeccioso que, propagando-se para outros indivíduos saudáveis, pode ser – e de fato é — o foco do qual se irradia uma verdadeira epidemia que causa um sem-número de vítimas.
Quantas vezes poderia ser evitada uma manifestação de febre tifóide administrando-se, por exemplo, uma infusão de ruibarbo ou de folhas de sena, quando a doença ainda se encontra no estágio de incubação!

8 de junho de 2011

Fotos de plantas medicinais

Não podemos esquecer nunca que é saudável o que a natureza nos oferece sem exigir qualquer preço. São saudáveis estes milhares de plantas quecrescem para cima, para o alto, como um cântico em louvor Aquele que as criou.
Tudo o que escrevi até agora neste prefácio — e que alguns, talvez, achem monótono, supérfluo e vazio — é uma espécie de confidencia e, ao mesmo tempo, uma súplica. E algo como um segredo de confissão proclamado aos quatro ventos. É, definitivamente, tudo o que posso dizer, pedir e desejar ao mesmo tempo a essa multidão excêntrica e anônima que deve receber e à qual ofereço, com meus melhores sentimentos e intenções, estas páginas que vou preencher com dedicação e sacrifício.
Amigos leitores, aqui estão as plantas: vamos lhes prestar atenção e usá-las para fazer da vida um paraíso natural e fértil ao invés desta armadilha gigantesca que construímos e que, de segundo em segundo, se transforma na cova que receberá nosso corpo desfalecido… essa cova que conhecemos com o nome de túmulo.

30 de maio de 2011

Plantas ervas medicinais

E como o álcool, as drogas, o fumo e o sexo, mal empregados e pior utilizados, foram pouco para contribuir para os males e as misérias humanos, o homem se refugiou nas pílulas… para dormir, para não dormir, para trabalhar, para se animar, para estimular a luxúria, para não conceber — só para citar algumas —, renegando assim a natureza, da qual é parte viva e ativa, embora corrupta, mesmo quando se encontra fora do túmulo que finalmente irá recebê-lo.
Por todas estas razões, e por mais algumas que vou deixar de mencionar, já sei, agora, por que estou escrevendo: é porque não quero falar apenas das doenças, mas também, e sobretudo, das plantas medicinais que não são produtos de laboratório, medicamentos que se adquirem com uma simples receita, mas uma oferenda generosa da mãe natureza. Entretanto, terei que discorrer ligeira e superficialmente, porque é um assunto fértil e inesgotável que poderia abranger centenas de obras. Por outro lado, preciso reconhecê-lo — mea máxima culpa —, minha bagagem de conhecimentos é limitada, não me permitindo grandes alardes nem alegrias excessivas, restringindo um pouco a tarefa que acabo de me impor, porque seria inútil demorar-me mais sobre uma faceta que, se não é completamente ignorada, é ao menos pouco conhecida.

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28 de maio de 2011

Receitas medicinais naturais

E fácil entender que, ao mencionar um caminho – a saúde, que eqüivale a saudável – estou me referindo à própria natureza, esta mesma natureza que, sem qualquer egoísmo, na exaltação suprema do altruísmo, nos oferece as fontes e as dádivas necessárias para cuidarmos de nosso corpo com a mais elementar simplicidade.
Disse que o homem é egoísta, fútil, presunçoso, que adora suas virtudes imaginárias e sua pseudo-inteligência, e que as transforma em divindades pagas, para passar a maior parte de sua existência ajoelhado diante do altar a que tão absurdamente se dedica; disse que o homem se destrói, e essas são verdades que ninguém pode contestar.
Em nossos dias o vício se alastrou imensuravelmente. O álcool, as drogas, o fumo, o sexo são motivos de uso e de abuso, aliás mais abuso que uso, utilizados de forma desmedida, sempre contra a natureza, e são a origem desta epidemia de males e enfermidades que acossam o number one da criação, onde quer que ele se encontre.
E Deus colocou a salvação e o remédio na própria natureza, povoando generosamente a Terra com seres desconhecidos chamados plantas, cuja utilidade, ignorada pela maioria, supera de longe esta produção maciça de medicamentos modernos que, concebidos em teoria para combater ou aliviar os males provocados pelos vícios do homem,” contribuem ainda mais, por causa do abuso a que já me referi, para a sua autodestruição.

26 de maio de 2011

Ervas naturais para emagrecer

A humanidade é desvairada e implacável consigo mesma, e a criatura — homem ou homo sapiens —, number one de toda a fauna que povoa nosso planeta, de norte a sul e de leste a oeste, espécime que, embora criado à imagem e semelhança de um Deus todo-poderoso, conforme a tradição bíblica, não herdou, em nenhum momento da história, sequer uma das muitas virtudes ou a inteligência suprema que são atributos deste inefável Criador.
O homem, presunçoso, fútil e egoísta, menospreza altivamente as fontes da vida que brotaram, ou já tinham brotado, e que o cercam desde a criação, como Adão e Eva menosprezaram o Paraíso Terrestre, entre o Tigre e o Eufrates, onde tinham tudo e nada souberam aproveitar.
O homem é atraído pelo fictício, pelo irreal, por tudo aquilo que ele mesmo cria para enaltecer seu intelecto limitado, para vangloriar-se e cultuar a inteligência terrena, que é tão efêmera quanto seu próprio corpo. Sente-se fascinado pelo vício e pela destruição, e, o que é pior, pela destruição contumaz e sistemática de si mesmo.
E possível que agora, nos parágrafos anteriores e sem querer, eu tenha encontrado o verdadeiro motivo que me levou a escrever este sitio. É o desejo sincero de apontar para o homem estes defeitos e pecados que levam ao seu próprio extermínio, por causa da persistente intolerância em ignorar o que é fácil, não admitir o que é simples, não aceitar as dádivas que o Criador colocou ao seu alcance, para transformar a vida num caminho sossegado e sadio, ao invés de uma trilha cheia de espinhos e corrupção.

24 de maio de 2011

Sobre ervas medicinais

Refleti demoradamente antes de iniciar estes primeiros compassos de minha obra, e agora, chegado o momento ou esta hora da verdade, como alguns gostam de definir as circunstâncias cruciais, continuo a desconhecer completamente as razões e os motivos que me levaram a dar vida e luz a este compêndio.
E provável que se me apresentem inúmeras razões válidas e que, exatamente por isso, não consiga escolher aquela que melhor possa definir para o leitor, ou como queira chamar-se. Deixemos que a indefinição sirva para que os leitores deste site avaliem por si mesmos o como e o porquê, a utilidade ou necessidade, o interesse ou a indiferença e, sobretudo, o aproveitamento particular de cada um no que diz respeito a este volume, no intuito de descobrir  e me perdoem a falta de humildade as facetas que, embora conhecidas, ficam no esquecimento por razões tão confusas e desconhecidas como as minhas, na hora de explicar por que me decidi a usar a caneta sobre estas páginas.