15 de outubro de 2010

Espargos beneficios

Contém albumina vegetal, matéria gomosa, resina, açúcar, matéria extrativa amarga, hidro-clorato, acetato e fosfatos de potassa e de cal. Nas raízes secas encontram-se matéria extrativa não–azotada, açúcar, matéria fibrosa (celulose), proteína, pento-sana, matéria mineral (cinzas), matéria graxa, arsênico. Contém também “Conifera”, “mannita” e “asparagina”. Esta é um princípio azotado que cristaliza em agulhas duras e quebradiças, também encontrado em outras plantas de outras famílias, o qual dá as urinas um cheiro forte e pouco agradável, mas colocan-do-lhe algumas gotas de essência de terebintina, transforma-se em perfume de violetas; verificou-se também a presença de es-, sência de mostarda. Seus brotos carnosos, comumente chamados “turiões” constituem um finíssimo legume consumido no mundo todo, por ser alimento sadio e de fácil digestão, com ação enérgica e rápida sobre o aparelho urinário, devido à “asparagina”. Essa substância é também poderoso diurético, moderadora do coração, sempre inofensivo para o estômago e muito eficaz nos catarros brônquicos e na tuberculose pulmonar. A composição química da ponta dos espargos é igual a das raízes, com variações nas percentagens, sendo que ainda contém a clorofila, cera e matéria corante. Antigamente acreditavam que a força do espargo era tal que chegava a provocar a menstruação e até tornavam estéreis as mulheres. Os frutos e as sementes são tidas como afrodisíacas. Não é aconselhado para as pessoas histéricas, pessoas nervosas, para as que sofrem afecções das vias urinárias ou de blenorragia. É conhecida também como melindre. Originária da Europa e da Ásia.

Contém albumina vegetal, matéria gomosa, resina, açúcar, matéria extrativa amarga, hidro-clorato, acetato e fosfatos de potassa e de cal. Nas raízes secas encontram-se matéria extrativa não–azotada, açúcar, matéria fibrosa (celulose), proteína, pento-sana, matéria mineral (cinzas), matéria graxa, arsênico. Contém também “Conifera”, “mannita” e “asparagina”. Esta é um princípio azotado que cristaliza em agulhas duras e quebradiças, também encontrado em outras plantas de outras famílias, o qual dá as urinas um cheiro forte e pouco agradável, mas colocan-do-lhe algumas gotas de essência de terebintina, transforma-se em perfume de violetas; verificou-se também a presença de es-, sência de mostarda. Seus brotos carnosos, comumente chamados “turiões” constituem um finíssimo legume consumido no mundo todo, por ser alimento sadio e de fácil digestão, com ação enérgica e rápida sobre o aparelho urinário, devido à “asparagina”. Essa substância é também poderoso diurético, moderadora do coração, sempre inofensivo para o estômago e muito eficaz nos catarros brônquicos e na tuberculose pulmonar. A composição química da ponta dos espargos é igual a das raízes, com variações nas percentagens, sendo que ainda contém a clorofila, cera e matéria corante. Antigamente acreditavam que a força do espargo era tal que chegava a provocar a menstruação e até tornavam estéreis as mulheres. Os frutos e as sementes são tidas como afrodisíacas. Não é aconselhado para as pessoas histéricas, pessoas nervosas, para as que sofrem afecções das vias urinárias ou de blenorragia. É conhecida também como melindre. Originária da Europa e da Ásia.
ESPINHEIRO — (Crateogus oxyacantha, L.). F

14 de outubro de 2010

Espargo

ESPARGO (Asparagus officinalis, L.).
Família das Li-liáceas. O Espargo é antiquíssimo, sendo cultivado pelos Romanos e pelos Gregos e acreditando-se que os Egípcios já o conheciam. No Brasil sua cultura data de mais de um século, principalmente nos Estados sulinos, notadamente São Paulo e Rio de Janeiro. É planta vivaz de rizoma horizontal escamoso, cilin-dráceo e carnoso, emitindo numerosas raízes adventícias fasci-culadas, filiformes, cilíndricas, carnosas, brancas, de onde partem vários caules eretos, também cilíndricos, até glabros e ligeiramente glaucos. Ê planta medicinal. A raiz (uma das cinco raízes da velha farmacopéia, é amarga, aperitiva, diurética, entrando ainda na composição do famoso “xarope das cinco raízes”.

6 de junho de 2009

Aspárago

asparago

ASPÁRAGO OU ESPARGO

(Asparagus officinalis, L.). É um legume conhecido de toda gente e muito apreciado. Pertence à família das Liliáceas. Usam-se principalmente os seus rizomas e as hastes novas. É planta diurética, mas que não se pode empregar nos casos de inflamação das vias urinárias, porque irrita as membranas da mucosa. Emprega-se geralmente a decocção de suas raízes, na medida de 60g por litro de água, ou como extrato na dose de 1 a 4g por dia. Os seus brotos são alimentícios, mas o seu uso provoca um odor desagradável característico na urina. Para fazer desaparecer este odor é suficiente que se ponha no vaso noturno um punhado de sal de cozinha pulverizado. Pode substituir-se a decocção das raízes por um xarope mais agradável ao paladar. Eis aqui a sua receita, segundo ensina Henry de La Roche: moer certa porção de pontas de aspárago frescas, a fim de se obter o sumo. Decantar o sumo e filtrar em papel próprio. Acrescentar em seguida, para cada quilo de sumo, 1.500g de açúcar e deixar cozinhar em banho maria até à consistência de xarope. Conserva-se o preparado em garrafas hermeticamente fechadas, tomando-se em doses de 5 cohleres de sopa, pela manhã e à noite.