13 de setembro de 2010

Dente de leão indicação

Dente de leão.
Em vários países suas folhas novas são aproveitadas para fazer uma salada, com fama de medicinal também. E planta forrageira recomendada para todos os animais, especialmente coelhos, carneiros e vacas, por aumentar a secreção láctea e, ainda, melhorar o leite. Contém matéria hidrocarbonada, matéria azotada e matéria graxa. Suas sementes são pequeníssimas, pois, um grama contém no mínimo 900 delas. Suas folhas são radicais, glabras, dispostas em roseta, atenuadas em pecíolo, oblongas ou lanceoladas, muito polimorfas, raras vezes sinua-do-denteadas ou quase inteiras, geralmente runcinado-pinatífidas ou pinati-partidas; segmentos ou lobos desiguais, triangulares ou oblongos, agudos, incisados ou denteado-acuminados, sendo o treminal mais amplo; seus capítulos grandes, multifloros, solitários no ápice dos escapos e suas flores todas liguladas, amarelo ouro. O fruto é aquênio oblongo-fusiforme, atenuado nas duas extremidades, estriado e com dentes no ápice, terminando com papilho de pêlos brancos, radiados, sedosos, formando uma esfera branca que o vento dissemina facilmente.

11 de setembro de 2010

Dente de leão

DENTE DE LEÃO.
(Taraxacum officinale Web.). Família das Compostas. Eis uma planta também medicinal e comestível, cultivada em todo o Brasil. É uma planta vivaz, lactescente, cespitosa, de rizoma perpendicular da grossura de um dedo, emitindo direta e simultaneamente os escapos floríferos e as folhas, os primeiros até 30cm de altura, eretos, nus, simples, monocéfalos, cilíndricos, fistulosos, glabros ou araquináceos pubescentes, com as brácteas exteriores do invólucro voltadas para baixo. As folhas, muito amargas, são antiscorbúticas, tônicas, febrífugas, depurativas, anódinas, desobstruentes das vísceras abodminais e úteis contra a diarréia crônica; entram na composição do “suco-de-ervas”, das farmácias. As raízes contêm inulina e o princípio ativo “taraxacina”, sendo-lhes atribuídas algumas virtudes medicinais; o suco, rico em soda e potassa, é muito usado desde tempos remotos para a cura de moléstias da pele e, segundo Vernadsky, contém cobalto e níquel; na Europa, na zona rural, costumam os camponeses torrá-las e moê-las para obter um sucedâneo do “café-de-chicória.” Vegeta em qualquer temperatura, vivendo desde a zona glacial até o Equador.