Planta congonha do gentio
Congonha do gentio:
Das suas folhas extrai-se remédio para o reumatismo, sífilis, cansaço, dispepsia e a inchação dos membros, o seu uso, porém, deve ser controlado por ser perigoso, sendo que a infusão em doses muito elevadas pode porduzir eólicas violentas e provocar vômitos. Essa é a opinião de Hoehne: “as cascas de sua raiz e do caule (“coto verum”, dos farmacêuticos) encerram vários alcalóides, dentre eles a “paracotoína” e a “cotoína”, sendo que o aldehído fórmico agindo sobre este último forma um alcalóide artificial, a “fortoína”, que se apresenta em cristais amarelos, sem gosto e com cheiro de canela, muito solúveis na água e pouco solúveis no álcool e na benzina”. Estes alcalóides, e até mesmo qualquer simples casca, têm sido empregados na Europa por grandes médicos e sempre com ótimos resultados, para combater também a gota, os suores noturnos dos tuberculosos, a enterite catarral e as úlceras do estômago; a “fortoína” é um grande específico contra a diarréia em suas mais variadas manifestações (diarréias infantis, diarréia rebelde, diarréia dos alienados, etc). É encontrada em grande escala nos Estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais e até mesmo no Amazonas, na fronteira com a Colômbia. Mais informação sobre plantas ornamentais. É conhecida também como chá-de-bugre, cotó, cotó-cotó, folha-grossado-sertão. Em Minas Gerais chamam-na casca-branca.

