29 de julho de 2011

Como curar asma

Processo curativo:
Os primeiros cuidados a prestar a um enfermo atacado de asma devem ser o afrouxamento das roupas, para que não se sinta comprimido, e colocá-lo em um ponto onde tenha possibilidade de respirar ao ar livre, como, por exemplo, perto de uma janela ou num terraço.
Uma das muitas plantas medicinais que podem ser utilizadas para diminuir esta enfermidade é a arnica em infusão, preparada com 15 gramas de flores (três colheres das de café) fervidas em um litro de água.
Quando se produz o acesso é conveniente fazer fumar um cigarro de alfazema, que se encontra nas farmácias. Ademais, pode-se tocar o fundo da garganta com um papel em forma de pincel, molhado numa solução de
água destilada……… 15 gramas
amoníaco………… 15 gramas.
Quando a asma depende de uma doença cardíaca anterior aos acessos, administra-se ao enfermo iodo-etilo, que deve ser aspirado várias vezes por dia, à razão de 10 ou 15 gotas despejadas sobre um lencinho, aplicando-se simultaneamente sinapismos nas partes laterais do peito e nas pernas. Quando o enfermo é de constituição robusta e de temperamento sangüíneo, deve ser praticada uma sangria no braço, para evitar a possibilidade de uma congestão.
O asmático deve se cuidar em qualquer lugar e circunstância, evitando o ar saturado de pós vegetais, a névoa, o vento e o frio. Suas roupas devem ser preferivelmente de flanela e sua alimentação será sóbria, evitando sobretudo o álcool. Ademais, deve-se evitar possíveis prisões de ventre, combatendo-as logo com os purgantes usuais, como o citra-to de magnésia, a água de Loeches, de Rubinat, etc.

27 de julho de 2011

Sintomas da asma

Asma Sintomas:
Trata-se de enfermidade que se manifesta com acessos de falta de ar muito intensos. Em geral, o acesso começa durante a noite ou ao amanhecer, sem qualquer sinal que indique sua aproximação. Volta a se repetir bruscamente, e com freqüência, à mesma hora.
O doente sente-se tomado, de repente, por uma opressão extrema no peito que dificulta muito sua respiração, e esta se torna sibilante e retardada (sete ou oito respirações por minuto).
A manifestação brusca da afecção arrasa o doente, que crê ter chegado sua última hora, e procura com muito esforço, e sem resultado, uma posição, por mais estranha que pareça, que lhe permita lutar com mais alento e conforto contra a sufocação que o atormenta de vez em quando; a maioria dos atacados de asma joga a cabeça para trás, escancara a boca como que buscando o ar que lhe falta e apoia as mãos em algum objeto sólido, acreditando que assim pode resistir melhor ao acesso.
Seu corpo se cobre de suor e o rosto fica congestionado; a tosse, seca em princípio, logo se torna úmida, com escarros espumosos em grande quantidade, a ponto de, em algumas ocasiões, encher uma escarradeira. A inspiração é curta, a expiração prolongada e sibilante; as batidas do coração se fazem mais rápidas, as extremidades esfriam, os olhos ficam injetados de sangue, parecendo querer saltar das órbitas e, finalmente, depois de uma ou mais horas a duração é variável , o enfermo expectora escarros parecidos com macarrão cozido e o acesso termina, deixando o doente enfraquecido e em estado de prostração, embora tranqüilo, porque recupera a calma e vê que o fantasma da morte, que imaginava próxima, está se afastando.

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