25 de maio de 2009

Amendoeira. A planta

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Seus frutos, vagens de casca seca e amarela, fornecem sementes ricas em azeite de boa qualidade.
O amendoim verdadeiro (Arachis Hipogaea, L.) é planta de caules angulosos e flores amarelas que, às vezes, mostram estrias vermelhas.
A rama e as folhas possuem 13,48% de proteínas, 36,28% de hidratos de carbono e 15,06% de matérias graxas.
O óleo de amendoim contém 4,35% de ácido araquí-dico. . . depois da fecundação de numerosas flores e essas caírem, as pequeninas vagens mergulham na terra, por ela se entranham e aí se desenvolvem.
Ao arrancar-se a planta, aparece um feixe de frutos que simulam raízes, daí o nome científico e popular.
As sementes tão conhecidas são doces e oleosas servindo para uma quantidade de iguarias.
Das sementes se fazem também sabão e óleo para luz.
É planta oriunda do Brasil. Uso medicinal: as sementes são afrodisíacas e o óleo oferece muito emprego nas farmácias. (Meira Penna.)

24 de maio de 2009

Oleo de amendoeira

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Dessas sementes ou amêndoas extraem-se, respectivamente, o óleo de amêndoas doces (Oleum amygdalae dulcis) na proporção de 40 a 45% e o óleo de amêndoas amargas (Oleum amygdalae amaral) na proporção de 35 a 38%, sendo o primeiro deles emoliente, purgativo, e veículo de numerosos medicamentos (coqueluche e gripe), entrando também em diversas fórmulas farmacêuticas; seu peso específico é de 0,915 e o índice de saponificação 188-196.
Preparam-se com os dois óleos as correspondentes emul-sões ou “leite”, de uso médico e na toilette feminina, base de creme, sabões e pastas diversas, algumas destinadas a fazer desaparecer as manchas vermelhas da pele, o fétido dos pés e da axila, etc.
Da variedade amarga extraía-se, ainda não há muitos anos, a benzaldeíde, que agora se obtém do coltar e por um preço relativamente ínfimo.

Amendoeiras em flor

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O mesocarpo, enquanto verde, é forrageiro para o gado caprino, que o come com avidez; ultimamente, porém, verificou-se que suas cinzas são mais ricas em potassa (47,52% a 56,75%) do que quaisquer outras cinzas vegetais estudadas, sendo mais da metade carbonato, e por isso tem agora melhor emprego no fabrico de sabão (Ttólia).
O caroço é combustível de uso doméstico. Ê planta histórica, intimamente associada a várias facções da mitologia grega e cultivada pelo homem há cerca de 3.500 anos.” (Pio Correia.)
Outros vegetais com o mesmo nome: amendoeira-brava, (Prunus Aphaerocarpa, Sw.); amendoeira-da-India (Erminalia catappa, L.); amendoeira-do-Japão (Prunus japonica Thumb); amendoeira-de-espinho (Macombea guianensis, Aubl.); amen-doeira-do-Pará (Bertholletia excelsa H.B.K.); também chamada abricó-de-macaco.
A amendoeira-da-lndia é originária da Malásia e sua semente contém, segundo Leowkowitsch, 48,3% de óleo, com peso específico de 0,920 e o índice de saponificação de 203,04 (Hooper,).

Tanto a casca como a raiz são adstringentes. A raiz encerra 23% de tonino que fornece matéria corante. E 0 suco das folhas serve para combater eólicas. Quanto a madeira, é branca ou avermelhada, própria para obras de marcenaria.

23 de maio de 2009

Amendoeira

amendoeira

AMENDOEIRA

Família das Rosáceas (Prunus amygdalus Stokes.).
“Árvore originária da África, e de casca rugosa, folhas alternas, flores róseas ou brancas.
O fruto é drupa esverdeada, que encerra uma semente, e a cortiça destila resina aproveitável.
Fornece madeira branco-rósea, própria para obras de torno e marchetaria, com este peso específico: 0,953 a 1,141.
A semente, a amêndoa, entra como matéria-prima no fabrico do licor Maraschino.
Há as variedades botânicas: óssea, A. durázea, de caroço espesso e duro; jragilis, A. molar, de caroço ainda mais tênue, desfazendo-se facilmente entre os dedos, e encontrando-se em qualquer delas as variedades praticamente denominadas dulcis e amara, a primeira de sementes (cotilédones) doces, acima referidas como frutos, e que encerram açúcar, goma, óleo graxo e emulsLna; e as segundas, encerrando tudo isso e mais diversas matérias resinosas e “amigdalina”, sendo esta diglicóside ben-zoilcianídrica que se desdobra e hidrata produzindo aldeído benzóico e ácido cianídrico, veneno fortíssimo.