9 de junho de 2010

Alga marinhas

Alga marinhas Cinto de netuno.
Os tecidos desta alga dilatam-se muito pela hidratação e por isso são aproveitados na cirurgia.  Antigamente usavam, na Europa, como açúcar, os corpúsculos brancacentos e doces que se desenvolvem nas lâminas desta planta e que encerram 12% de manita. Como as outras algas, constitui um excelente adubo para qualquer tipo de plantação. Floresce em grande escala na Europa, na América e na Ásia. Existe também em quantidade razoável na costa do Brasil, solidamente presa aos rochedos litóreos que só as grandes vasantes das marés deixam a descoberto.

8 de junho de 2010

Alga marinha

Cinto de netuno:
Hoje é uma das espécies preferidas para a extração de iodo, mas é necessário tratar-se uma tonelada de cinzas para se obter 10 quilos deste importante metalóide; essa tonelada de cinzas corresponde a cinco toneladas de algas secas ao Sol e a 25 toneladas de algas frescas. Tem ainda outras aplicações como produção de algarina, algelinetos e derivados, indústria têxtil (impressão, etc), usos nas farmácias, etc.

7 de junho de 2010

Cinto de netuno

CINTO-DE-NETUNO (Laminaria saccharina, La-mour). Família das Laminariáceas. Alga marinha de disco coriá-ceo e estirpe curto, compacto, cilíndrico, até 30cm, com talo alongado em lâmina inteira, avermelhada ou amarelada, fortemente ondulada e verrucosa, até 3m de comprimento e 40cm de largura, esporângios acompanhados de pêlos estéreis (paralises). É comestível e contém bastante manita e hidratos de carbono; quando muito bem tratada, depois de seca e reduzida a pequenos pedaços, dá ácido láctico e álcool, este em percen-tagem muito elevada (14 litros por 100 quilos de matéria seca), sendo que o resíduo, novamente tratado, dá ainda mais sete litros de álcool.