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	<title>Plantas Medicinais &#187; Álecrim</title>
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	<description>Enciclopédia completa das Plantas Medicinais</description>
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		<title>Óleo de álecrim</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:00:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A sua composição química revela que contém tanino, um princípio amargo, essência, borneol, cineol, cantora, etc. E estimulante, vulnerário e também condimento. Sua essência odorante é utilizada na fabicação de cosmético e de água-de-colônia. Informam ainda que o alecrim é aromático, antisséptico, colagogo, estomáquico, estimulante, emenagogo, antispasmódico e narcótico. Suas flores e suas folhas são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://plantas-medicinais.me/wp-content/uploads/2009/05/oleo-de-alecrim.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-163" title="oleo-de-alecrim" src="http://plantas-medicinais.me/wp-content/uploads/2009/05/oleo-de-alecrim.jpg" alt="oleo-de-alecrim" width="305" height="301" /></a></p>
<p>A sua composição química revela que contém tanino, um princípio amargo, essência, borneol, cineol, cantora, etc. E estimulante, vulnerário e também condimento. Sua essência odorante é utilizada na fabicação de cosmético e de água-de-colônia. Informam ainda que o alecrim é aromático, antisséptico, colagogo, estomáquico, estimulante, emenagogo, antispasmódico e narcótico. Suas flores e suas folhas são úteis no tratamento da asma, da coqueluche, da fraqueza, gripe, etc. A maceração das suas folhas com as raízes de urtiga e de bar-dana, com álcool, aplicada em fricções capilares, fazem recres-cer os cabelos. O pó das folhas do alecrim é empregado na Algéria para recobrir feridas e particularmente as causadas pela circuncisão. A essência é usada para afastar as traças. Para uso interno, emprega-se uma infusão de 5 a 15 g por litro de água. Em maceração no vinho, de 30 a 60 g por litro, recomenda-se a dose de 2 a 3 taças (de champanha) por dia. Para uso externo, usa-se a infusão de 50 a 60g por litro de água fervente, em banhos, nos casos de reumatismo articular, sendo também usada em banhos estimulantes e aromáticos e em banhos fortificantes para as crianças. Serve o alecrim igualmente para a preparação de uma água de toucador. Obtém-se excelente vulnerário contra as contusões e golpes fazendo-se a infusão a frio, durante uns quinze dias, num litro de álcool, de lOg de brotos de alecrim, orégão, tomilho, melissa e salva cortadas em bocadinhos. Este preparado, ministrado em meio copo de água fresca, é recomendado nos casos de desmaio, síncopes e desfalecimentos. As propriedades do alecrim são conhecidas desde a mais remota antigüidade. Hipócrates já a recomendava assim como Dioscóride e os médicos árabes. Sua voga foi extraordinária na Idade Média e Renascença. O alcoolato de alecrim tornou-se famoso com o nome de &#8220;água da rainha da Hungria&#8221; e fez furor na corte de Luís XIV. Era o medicamento preferido de Madame de Sevigné. O remédio teria sido inventado pela rainha Elizabeth (filha de Wladislas Lokietak, rei da Polônia), que nasceu em 1306 e desposou em 1320 Charles-Robert d&#8217;An-jou, rei da Hungria, morto em 1381. Esta água curava a gota e a paralisia.</p>
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		<title>Álecrim</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 19:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Álecrim]]></category>
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		<description><![CDATA[ALECRIM (Rosamarinus ofjicinalis, L.). O alecrim é um pequeno arbusto da família das Labiadas. Suas flores são de cor malva-pálida. Suas folhas são verdes em cima e brancas na parte inferior. Cresce nas regiões quentes. Seu nome científico deriva do fato de que suas folhas parecem recobertas de uma poeira branca, como rocio, e porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://plantas-medicinais.me/wp-content/uploads/2009/05/alecrim.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-160" title="alecrim" src="http://plantas-medicinais.me/wp-content/uploads/2009/05/alecrim.jpg" alt="alecrim" width="304" height="301" /></a></p>
<p><strong>ALECRIM </strong></p>
<p>(Rosamarinus ofjicinalis, L.). O alecrim é um pequeno arbusto da família das Labiadas. Suas flores são de cor malva-pálida. Suas folhas são verdes em cima e brancas na parte inferior. Cresce nas regiões quentes. Seu nome científico deriva do fato de que suas folhas parecem recobertas de uma poeira branca, como rocio, e porque tem preferência pelas regiões expostas à atmosfera marinha — rosa marinha. Toda a planta desprende um odor que se assemelha muito ao do incenso. Os gregos a denominavam &#8220;flor por excelência&#8221;, e dela se serviam para entretecer suas coroas, com as quais cobriam a cabeça por ocasião de certas festas. Em alguns lugares costuma-se misturar o alecrim com galhos de buxo na cerimônia do benzimento das palmas no Domingo de Ramos. Em Roma figurava, juntamente com o cipreste, no culto aos mortos. É uma planta que desde tempos imemoriais tem sido objeto de muitas lendas. O verdor de suas hastes com muitas folhas era considerado como um símbolo de imortalidade. No norte da França dizem que existe o costume de se colocar um ramo de alecrim nas mãos do defunto e depois plantá-lo sobre o seu túmulo. Muita gente ainda se recorda da canção infantil que dizia: &#8220;Eu desci ao jardim para colher alecrim.&#8221;</p>
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