24 de abril de 2013

Dieta para hiv

Reposição das vitaminas.

Os indivíduos com Aids também com freqüência apresentam níveis sangüíneos de Bn mais baixo do que o normal. As causas sugeridas incluem alteração das proteínas que transportam Bi2 e má absorção ocasionada por diarréia crônica. Os indivíduos normais necessitam de 2,0 mcg/dia dessa vitamina, enquanto as pessoas com deficiência do sistema imunológico necessitam de aproximadamente 3.000% acima dessa dose recomendada.
A deficiência de B6 (pi-ridoxina) também foi relatada em pacientes com HIV, embora as causas que levam a essa deficiência não estejam completamente ‘esclarecidas. A falta de vitamina no organismo causa depressão, náuseas, dermatite, vômitos e lesões nas membranas. As melhores fontes de B6 são: levedura, germe de trigo, carnes, as víceras (especialmente o fígado), grãos de cereais integrais, legumes, batatas, bananas e farinha de aveia. O leite, os ovos, os vegetais e as frutas contêm pequenas quantidades. O indivíduo normal necessita de 2,0mg/dia de B6 ao passo que o indivíduo com o sistema imunológico debilitado necessita cerca de 200% dessa recomendação.

O ácido fólico, outra vitamina do complexo B, é essencial tanto para a formação como para a maturação das células sangüíneas brancas e vermelhas na medula óssea. Ele é importante na formação do grupo heme da hemoglobina. Sua deficiência resulta em uma diminuição do crescimento, anemia e outros distúrbios sangüíneos em glos-sites (inflamação na língua). Há também os distúrbios do trato gastrointestinal oriundos de dieta inadequada, absorção prejudicada ou demanda excessiva pelos tecidos corpóreos e por desarranjos metabólicos.

Vários pacientes com síndrome de má absorção têm a absorção de ácido fólico prejudicada. A desnutrição causada por falta de proteína pode prejudicar a utilização e a ação do ácido fólico. Essa vitamina existe amplamente nos alimentos e as melhores fontes são os feijões de lima, os feijões roxos, os vegetais de folhas verdes frescas, especialmente o aspargo, brocoli e espinafre. A carne magra, as batatas, o pão de trigo integral e os feijões secos também são boas fontes.
As fontes mais pobres incluem a maior parte das frutas e raízes vegetais. Há controvérsias em relação ao papel dos folatos (ácido fólico, vitamina do complexo B). Alguns pesquisadores mostram que eles se encontram em níveis baixos no sangue de pacientes aidéticos, mas outros investigadores não concordam com esse achado.

O ferro participa no transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos, no transporte de gás carbônico das células para os pulmões e no processo de respiração celular. No adulto, as hemácias são formadas principalmente na medula óssea. Alguns alimentos contêm o ferro: a gema de ovo, frutas secas, pães de trigo integral, cereais, carnes, etc. Os vegetais e feijões secos representam as melhores fontes vegetais. O indivíduo normal necessita de lOmg/dia desse mineral. Mas, para os portadores do vírus HIV, estudos sugerem um aumento de cerca de 200% da necessidade recomendada.
Alguns estudos demonstram reduzidos níveis de zinco no sangue de indivíduos infectados pelo HIV. Verificou-se também que a deficiência de selênio ocorre na desnutrição relacionada à Aids. O mecanismo exato não foi determinado, mas parece ser independente de má absorção ou duração da doença.

O que é de consenso geral entre os pesquisadores é que no estágio inicial da doença, os alimentos ricos em Bõ, B12, vitaminas A, E e zinco devem ser consumidos em quantidades acima do recomendado, a fim de manter o nível sangüíneo desses nutrientes assegurado.
O objetivo da orientação sobre nutrição dirigida a indivíduos com infec-ção pelo HIV é convencê-los da importância de modificar o seu consumo de nutrientes logo após o diagnóstico, para promover a manutenção de peso e impedir a desnutrição protéico energética (DPE) e as deficiências de minerais e vitaminas.
Isso é conseguido através do uso de fórmulas completas e balanceadas, destinadas especificamente a suplementar o consumo regular de alimentos para pessoas com HIV, tornando o organismo mais resistente do que a doença. Com isso aumenta o tempo e melhora a qualidade de vida desses indivíduos soro-positivos.

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