21 de dezembro de 2012

A saúde do mundo

Segundo a OMS, a taxa mundial de mortalidade infantil diminuiu consideravelmente nos últimos anos. A cada 1.000 crianças que nasceram, 62 morreram. Ao mesmo tempo, se prevê uma desaceleração no crescimento da população da ordem de 1,7% entre 1990 a 1995, para 1% entre 2020 a 2025.
Informa ainda a Salud Mundial (órgão informativo da OMS) que os projetos mundiais de vacinação infantil alcançaram 80% em 1990, mas a previsão é que, até o final deste século, o mundo presencie a erradicação da poliomielíte e da dracunlose (doença provocada pelo nematóíde Dra-cunculus medínenses. Caracteriza-se por úlceras nos pés e pernas). Espera-se também a eliminação da lepra, do tétano neonatal e do sarampo.

Há, porém, uma barreira que ainda se espera vencer. São as desigualdades sociais que dão origem a boa parte dos problemas de saúde mundial. A defasagem entre os países em desenvolvimento e os menos desenvolvidos, com respeito à esperança de vida ao nascer, e a taxa de mortalidade infantil têm se ampliado nos últimos 10 anos. Além disso, a urbanização acelerada tem marginalizado os pobres urbanos e os refugiados internacionais, elevando o número de desabrigados em nível nacional a 40%, entre 1990 e 1993, o que significa dizer que existem hoje mais de 40 milhões de pessoas que vivem sem qualquer tipo de assistência de saúde.

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