31 de julho de 2011

Hemoptise

Hemoptise.
Mais conhecida pelo nome popular de “vômito de sangue”.
Sintomas:
O vômito de sangue pode apresentar-se de repente, em grande quantidade, ou pode sobrevir precedido por fenômenos que servem como aviso.
Neste último caso, que é o mais freqüente, o paciente terá calafrios, cócegas e gosto salgado na garganta, tosse seca, sensação de peso no peito, e depois destas manifestações segue o vômito. Quando se trata de uma pequena quantidade de sangue, esta será expelida em forma de saliva, acesso esse que irá se repetir por várias vezes consecutivas. Quando a quantidade é maior, junto com os escarros sangrentos haverá tosse, e a cada acesso será expectorada uma determinada quantidade de sangue. Finalmente, quando se trata de uma quantidade abundante, o sangue sai em golfadas e aos borbotões, provocando no paciente grande angústia e sufo-cação; às vezes a quantidade é tão intensa e alarmante que sai simultaneamente pela boca e pelas fossas nasais.
O sangue pode ser vermelho, espumoso ou enegrecido; neste caso, significa ou que demorou algum tempo antes de ser expelido, ou que vem do estômago e não do peito. Quando é vermelho, sempre vem do pulmão ou dos brôn-quios.

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29 de julho de 2011

Como curar asma

Processo curativo:
Os primeiros cuidados a prestar a um enfermo atacado de asma devem ser o afrouxamento das roupas, para que não se sinta comprimido, e colocá-lo em um ponto onde tenha possibilidade de respirar ao ar livre, como, por exemplo, perto de uma janela ou num terraço.
Uma das muitas plantas medicinais que podem ser utilizadas para diminuir esta enfermidade é a arnica em infusão, preparada com 15 gramas de flores (três colheres das de café) fervidas em um litro de água.
Quando se produz o acesso é conveniente fazer fumar um cigarro de alfazema, que se encontra nas farmácias. Ademais, pode-se tocar o fundo da garganta com um papel em forma de pincel, molhado numa solução de
água destilada……… 15 gramas
amoníaco………… 15 gramas.
Quando a asma depende de uma doença cardíaca anterior aos acessos, administra-se ao enfermo iodo-etilo, que deve ser aspirado várias vezes por dia, à razão de 10 ou 15 gotas despejadas sobre um lencinho, aplicando-se simultaneamente sinapismos nas partes laterais do peito e nas pernas. Quando o enfermo é de constituição robusta e de temperamento sangüíneo, deve ser praticada uma sangria no braço, para evitar a possibilidade de uma congestão.
O asmático deve se cuidar em qualquer lugar e circunstância, evitando o ar saturado de pós vegetais, a névoa, o vento e o frio. Suas roupas devem ser preferivelmente de flanela e sua alimentação será sóbria, evitando sobretudo o álcool. Ademais, deve-se evitar possíveis prisões de ventre, combatendo-as logo com os purgantes usuais, como o citra-to de magnésia, a água de Loeches, de Rubinat, etc.

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27 de julho de 2011

Sintomas da asma

Asma Sintomas:
Trata-se de enfermidade que se manifesta com acessos de falta de ar muito intensos. Em geral, o acesso começa durante a noite ou ao amanhecer, sem qualquer sinal que indique sua aproximação. Volta a se repetir bruscamente, e com freqüência, à mesma hora.
O doente sente-se tomado, de repente, por uma opressão extrema no peito que dificulta muito sua respiração, e esta se torna sibilante e retardada (sete ou oito respirações por minuto).
A manifestação brusca da afecção arrasa o doente, que crê ter chegado sua última hora, e procura com muito esforço, e sem resultado, uma posição, por mais estranha que pareça, que lhe permita lutar com mais alento e conforto contra a sufocação que o atormenta de vez em quando; a maioria dos atacados de asma joga a cabeça para trás, escancara a boca como que buscando o ar que lhe falta e apoia as mãos em algum objeto sólido, acreditando que assim pode resistir melhor ao acesso.
Seu corpo se cobre de suor e o rosto fica congestionado; a tosse, seca em princípio, logo se torna úmida, com escarros espumosos em grande quantidade, a ponto de, em algumas ocasiões, encher uma escarradeira. A inspiração é curta, a expiração prolongada e sibilante; as batidas do coração se fazem mais rápidas, as extremidades esfriam, os olhos ficam injetados de sangue, parecendo querer saltar das órbitas e, finalmente, depois de uma ou mais horas a duração é variável , o enfermo expectora escarros parecidos com macarrão cozido e o acesso termina, deixando o doente enfraquecido e em estado de prostração, embora tranqüilo, porque recupera a calma e vê que o fantasma da morte, que imaginava próxima, está se afastando.

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26 de julho de 2011

Tratamento da tosse

Processo curativo:
Em primeiro lugar, como se trata de uma enfermidade infecto-contagiosa, deve-se isolar a criança afetada de outras que com ela convivem, sobretudo quando se trata de crianças raquíticas, predispostas à doença ou doentes dos pulmões, porque a tosse consulva ou coqueluche pode ser muito grave nestes casos.
As crianças atacadas de tosse convulsa devem ingerir alimentos nutritivos e de fácil digestão, e as de peito devem mamar pouco e freqüentemente. As emoções fortes devem ser evitadas e quando não há febre e o tempo for propício, as crianças devem passear ao ar livre, pois está amplamente demonstrado que os passeios diminuem a freqüência e a intensidade dos acessos.
À criança enferma.se administrará xarope de ipecacua-nha em doses de uma colherinha de café em jejum, pela manhã, para as crianças mais novas, e para as crianças de três a quatro anos, uma colher das de sopa. Se uma hora depois da medicação não há vômito, repete-se a dose.
Também se conseguem efeitos satisfatórios com brometo de potássio, em doses de um ou dois gramas. Após as refeições, dá-se às crianças uma colher comum de bom café.
Para beber, infusões emolientes de tília, folha de laranjeira, malva, capilária, etc.
Trata-se de doença que pode ser atendida nos primeiros momentos sem necessidade de um médico, entretanto este deve ser chamado quando não se observa um alívio rápido, evitando assim as complicações que podem sobrevir.

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24 de julho de 2011

Tosse convulsa

Tosse convulsa.
A tosse convulsa também é conhecida como coqueluche.
Sintomas:
Existem opiniões diferentes sobre a natureza desta enfermidade: uns afirmam que se trata de um catar-ro da membrana mucosa que purifica o aparelho respiratório; outros a consideram uma neurose (doença dos nervos); e há também os que a consideram uma combinação de ambas as afecções.
Seja como for, o que podemos afirmar é que esta enfermidade tem três períodos: catarral, convulsivo e decrescente.
O primeiro se apresenta com espirros repetidos, lacrime-jamento, sensação de ardor na garganta e tosse seca. Na criança se observam os sintomas de uma constipação mais ou menos intensa. A tosse se acentua ao entardecer e durante a noite, e a voz às vezes se torna afônica. Aparece a febre, que aumenta um pouco no período noturno; a criança sente a cabeça pesada, fica mal-humorada e num estado de constante excitação.
Este primeiro período costuma durar alguns dias, mas existe a possibilidade de que se prolongue durante algumas semanas.
No segundo período a tosse se torna convulsa e se manifesta em acessos violentos mais ou menos intensos. Estes acessos começam com uma série de aspirações espasmódicas, seguidas de uma inspiração profunda que produz um silvo estridente, um grito rouco e penetrante que se parece com o canto do galo, e que termina com a expectoração ou vômito de matérias mucosas em forma de solução gomosa espessa.
Durante o acesso o rosto adquire uma cor roxo-azulado, os olhos dão a impressão de querer saltar das órbitas e as veias do pescoço se dilatam com violência. Isto alarma sobremaneira as pessoas que se encontram com a criança, entretanto o acesso desaparece, em geral, dois ou três minutos depois de se manifestar, e tudo volta ao estado normal. 0 enfermo atacado por tosse convulsa pode ter de 12 a 60 acessos durante o dia, e sua intensidade está em proporção inversa ao número.
Contribuem com a freqüência dos acessos as emoções fortes, o riso, os gritos, as mudanças bruscas de posição, comer e beber de forma precipitada, etc.
Finalmente, no período de diminuição dos acessos, a tosse perde seu caráter convulsivo, os acessos se tomam mais fracos e curtos, os vômitos e a expectoração da matéria mucosa se produzem com maior facilidade, as inspirações prolongadas se tornam mais raras, e tudo se reduz a um catarro bronquial que desaparece ao cabo de alguns dias de cuidados.
Evidentemente, nem sempre a coqueluche tem este decurso, porque podem sobrevir complicações que agravam a situação, mas aqui não vamos, logicamente, considerar estes estados, porque exigem atenções e cuidados que só um médico pode proporcionar.

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22 de julho de 2011

Tratamento para bronquite

Processo curativo:
Quando se trata de um catarro simples, como o descrito a princípio, é suficiente observar os cuidados lógicos de não se resfriar e não se descobrir à noite, para conservar o mais possível a temperatura do corpo, provocando a sudoração por meio de uma infusão de malvas ao recolher-se, ou tomando um copo de leite, o mais quente possível. Na maioria dos casos isto é suficiente para evitar que o catarro perdure durante vários dias.
Quando, entretanto, a bronquite se agrava, o doente terá que tomar muito cuidado, ficando de cama, sobretudo quando estiver com febre.
Nestes casos, deve-se cuidar em primeiro lugar de restabelecer o estado do estômago e dos intestinos, para depois tratar a doença principal; portanto, em caso de prisão de ventre, deve-se ministrar ao paciente o purgante que habitualmente se toma nestas circunstâncias, como meio copo de água de Rubinat ou de Loeches, citrato de magnésia, etc, e, conseguido o efeito desejado, deve-se logo cuidar da bronquite.
Um dos métodos mais recomendáveis é o chamado looc, de preparo muito fácil, qualquer que seja o doente que necessite ingeri-lo.
O looc é uma espécie de leite artificial espesso, feito com amêndoas doces, açúcar e goma, da seguinte maneira:
As amêndoas são colocadas em água fervente durante alguns minutos, para facilitar a remoção da película. Mede-se açúcar proporcionalmente à quantidade de amêndoas. As amêndoas são trituradas fortemente junto com o açúcar, até conseguir uma pasta. Durante o processo, acrescenta-se aos poucos água, na qual se dissolverá goma arábica na proporção de 10 gramas (uma colher de sopa) por 100 gramas de água. Quando a mistura estiver bastante líquida, separa-se por decantação o leite formado e colocam-se as amêndoas num pilão, no qual se continuará colocando água e triturando, separando o leite obtido. Assim se consegue um looc, que se apresentará mais ou menos espesso, dependendo da água utilizada.
Pode-se também acrescentar água de flores de laranjeira.
Este looc pode ser tomado freqüentemente, de colhera-das, na quantidade desejada; seu sabor é agradável ao pala-dar.
Ao mesmo tempo se utilizarão infusões quentes de violetas, malvas, ou qualquer outra planta para estimular a sudoração. O doente deve falar o menos possível e permanecer de cama, tranqüilo, o maior tempo que puder.
É também aconselhável um pedilúvio sinapizado, que se prepara da seguinte maneira:
Como num banho comum, começa-se por introduzir os pés em água bastante quente, à qual se acrescentam um ou dois punhados de pimenta em pó e se cobrem as pernas e o recipiente com a água com uma manta, para que o ardido da pimenta não incomode à vista. Quando os pés estão bem avermelhados, pode-se retirá-los da água.
Pode-se também produzir o mesmo efeito encharcando com líquido apimentado uma toalha de mesa ou de banho, com a qual se enrolam as pernas até os joelhos. Se uma vez não for o suficiente, pode-ser repetir a operação tantas vezes quantas forem necessárias.
É fácil compreender que os efeitos da revulsão serão maiores quando esta abrange toda a perna e não apenas o pé.
Nas crianças, untam-se a parte dianteira do pescoço, o peito e as costas com gordura de vaca ou de carneiro. E um método que vem produzindo ótimos resultados.

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20 de julho de 2011

Sintomas da bronquite

Bronquite aguda.
Trata-se de enfermidade comumente conhecida com o nome de “catarro do peito” e pode apresentar-se de várias maneiras, segundo a intensidade dos espasmos.
Sintomas – Estes podem reduzir-se a alguns dias de tosse com expectoração mucosa ou em forma de líquido gomo-so. A tosse é, em geral, mais intensa pela manhã que durante o resto do dia; o doente sente uma leve opressão no peito, que não incomoda muito, podendo sair de casa, sem necessidade de ficar de cama.
A este respeito, podemos dizer que no adulto o catarro diminui porque, nas crianças, especialmente pequenas, a doença reveste-se sempre de maior gravidade, acompanhada de um pouco de febre e dificuldade respiratória, porque a criança não tem a força necessária para expectorar, e, quando consegue, o faz com muita dificuldade, razão pela qual o muco se acumula nos brônquios, dificultando o acesso do ar até os pulmões.
A bronquite aguda pode, entretanto, revestir-se de maior gravidade e, neste caso, convém ficar de cama, para evitar outras conseqüências, como, por exemplo, passar a uma fase crônica, uma dilatação dos brônquios, ou a propagação aos pulmões.
Nestes casos a bronquite se manifesta com forte opressão no peito, e a tosse pode ser contínua, ou pelo menos mais freqüente; a expectoração é filamentosa, há dificuldade respiratória (dispnéia), irritação da garganta, cócegas bronquiais e secura na traquéia. A tosse pode provocar a insônia e também o vômito. Depois de alguns dias a expectoração torna-se mais fácil e o escarro é amarelado ou amarelo-esverdeado; manifestam-se dores musculares no tórax, que podem ser confundidas com dores reumáticas; ademais, colocando a palma da mão sobre o torso do paciente, percebe-se um estremecimento vibratório que produz uma sensação especial.
Podem existir também outros sintomas gerais porque normalmente as afecções dos brônquios, quando se intensificam, costumam ser acompanhadas de febre. Neste caso o enfermo sente calafrios, perde o apetite, queixa-se freqüentemente de dores e tem a língua suja, como se se tratasse de uma doença do estômago ou dos intestinos. A urina é espessa e às vezes há prisão de ventre.

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17 de julho de 2011

Tratamento para laringite

Processo curativo.
Deve-se aconselhar o paciente a falar em voz baixa, sem fazer esforço, e o menos possível, para manter o órgão em repouso, evitando assim que a irritação aumente.
É mais prudente ficar de cama, agasalhando-se bastante, para provocar o suor. Deve-se também tomar chás quentes e açucarados, como infusões de malvaísco, ou malva, etc. Também podem ser feitas revulsões na parte anterior do pescoço, empregando, por exemplo, tintura de iodo, com a qual se pincela toda a parte referida.
Finalmente, deve-se evitar tudo o que seja excitante, como vinho, café, comidas muito temperadas, saladas, etc, e, se isso ainda não for suficiente, deve-se banhar os pés com água quente (pedilúvio).
Em se tratando de laringite passageira, bastam estes métodos para curá-la em pouco tempo, possivelmente num prazo máximo de 48 horas.

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15 de julho de 2011

Sintomas de laringite

Laringite catarral aguda.
É uma inflamação da membrana que recobre a laringe.
Sintomas — As manifestações externas podem ser facilmente identificáveis, porque a voz se torna rouca e opaca, e às vezes chega-se à afonia; ao mesmo tempo, a região afetada dói durante a deglutição, ou seja, durante a passagem dos alimentos. Esta dor torna-se mais intensa depois de se falar muito ou depois de comer. Há também tosse rouca, em geral seca, ocasionalmente acompanhada por uma expectoração amarelada ou opaca.
Quando a membrana está muito inflamada, o diâmetro da laringe diminui e, neste caso, evidentemente, existe certa dificuldade para o livre acesso do ar até os brônquios, produzindo uma leve opressão no peito, com dificuldade de respiração.
Estes são os sintomas locais. Podemos dizer que na larin-gite não existem sintomas gerais, a não ser que se trate de laringite aguda, neste caso a temperatura do corpo aumenta, produzindo febre. Entretanto, podemos considerar este sintoma pouco freqüente, porque na maioria dos casos trata-se de uma enfermidade passageira, que desaparece facilmente quando o enfermo tem consciência suficiente de observar os cuidados mais elementares.

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13 de julho de 2011

Sangramento no nariz o que pode ser

Processo curativo.
Em geral, a epistaxe termina sem necessidade de qualquer auxílio. Entretanto, quando perdura, pode-se fazer o enfermo aspirar água fria pelo nariz, pura ou com um pouco de vinagre ou de sumo de limão. Colocam-se sobre a testa compressas de água fria, melhor gelada. Se o caso for mais grave, devem ser aplicados sinapismos sobre as mãos e os pés. Convém também colocar o braço, correspondente à fossa nasal afetada, em posição vertical, paralelo à cabeça. Quando nenhum dos meios indicados se mostrar suficiente, deve-se recorrer aos meios necessários para conter a hemorragia.
Vejamos um dos melhores métodos que podem ser utilizados para conter a hemorragia nasal.
Inclina-se bastante a cabeça para a frente, tampando com um dedo a narina da qual sai o sangue, permanecendo por um bom tempo nesta posição. Desta maneira, o sangue coagula no interior da fossa nasal, formando um coágulo que vem a cumprir a missão de um tampão, o qual retém o fluxo. Deve-se preservar esse coágulo pelo maior tempo possível porque, se ele se desprender ao se limpar ou assoar o nariz, corre-se o risco de a hemorragia voltar.
Quando a epistaxe depende de fraqueza do fluido sangüíneo, é conveniente tratar logo a anemia, tomando tônicos, vinho quinado ferruginoso, passear ao sol, etc.
Algumas vezes a hemorragia se produz durante o sono, quando se está deitado; neste caso, o sangue escorre para trás e desce até o estômago. Se for digerido, não acontece nada, a pessoa não percebe o que aconteceu; entretanto, quando ocorre, vômito, o afetado, ao perceber que expele sangue, pode acreditar que está padecendo de alguma doença grave do estômago.
Para tirar a dúvida, basta observar o interior das narinas para ver se há coágulos, que nunca faltam quando a hemorragia é recente; quando não há coágulos, pode-se supor, com razoável certeza, que se trata de uma hemorragia do estômago ou dos pulmões (hematêmese ou hemoptise).

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