6 de junho de 2011

Plantas que curam

Acredito que a meta de minha olimpíada vegetal-literá-ria já está claramente definida. Quero  tento, ou pelo menos tentarei  servir à humanidade que está se afogando no oceano de sua própria inconsciência, abrir os olhos deste ser privilegiado pelo seu dom do raciocínio  dom que freqüentemente prefere ignorar  e que numa corrida suicida vai se estatelar contra o muro da destruição, acredito, também, cumprir com um dever honroso e desinteressado de solidariedade para com meus semelhantes, colocando à disposição dos que sofrem  voluntária ou involuntariamente um método mais ou menos bem delineado, mas extremamente eficaz e simples para aliviar seus males.
E com este intuito, inspirando-me nos sentimentos e tendo por guia a esperança de que o leitor saberá compreender quanto procuro lhe transmitir para o seu próprio bem, empreendo esta tarefa que me parece digna, e que não tem outra pretensão que a de ajudar a descobrir o que se encontra à vista de todos e que, por um estranho e incompreensível contra-senso, a maior parte procura ignorar. Parece que também neste caso podemos afirmar que “não há pior cego que aquele que não quer ver”.
Ficaria imensamente feliz, muito honrado e sobejamente recompensado se, no instante em que vou começar este manual de natureza viva, pudesse ter a certeza de que o leitor benevolente abrirá uma brecha em seus inúmeros afazeres cotidianos, nesta corrida contra o relógio que, não sei por que, chamamos de vida, quando ela tudo é, menos isso, para dedicar alguns minutos de atenção a este compêndio que não é um recurso de alquimia ou a pedra filosofal que garante a eterna juventude, aquela juventude que James Hilton nos promete no Shangri-La de seu “Horizonte Perdido” e que o fará lembrar-se de que, se não é a fonte da eterna juventude, ele tem, porém, a fonte da cura, do bem-estar, da saúde e até do prolongamento de sua longevidade nestas plantas ou ervas às vezes chamadas pejorativamente de “marinhos” que crescem ao seu redor, muito próximas, oferecendo a vida, a única vida autêntica e legítima, cujo ponto de partida, conceito e formação estão no velho aforis-ma: “Mente sã em corpo são”.

1 Comentário »

  1. Tengo piedras en los riñones q me sirve para sacarla

    Comment by ariadni — 2 de agosto de 2013 @ 3:44

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