11 de agosto de 2010

Couve e flor

O habitat da Couve extende-se aos rochedos marítimos da Mancha, da Dinamarca, da ilha de Heligolândia e das ilhas de Guérnesei e Jérsey, bem assim à costa setentrional do Mediterrâneo, pelo menos desde Gênova até Nice. Não entra no plano deste trabalho fazer siquer um esboço da evolução de formas, extraordinariamente caprichosa, conseguida no decurso de 2.000 anos pelo homem. Sim, porque já no tempo de Teofrasto eram conhecidas três espécies. Hoje, são conhecidos, pelo menos, cinco grupos diferentes dessa planta: 1) Couves “sem cabeça” ou que fecham pouco; caules não-espessos, produzindo folhas durante o período vegetativo; 2) Repolhos: caules curtos terminando numa reunião de folhas (“cabeça”) muito encostadas umas às outras; 3) Couve-de-bruxellas: caule ramificado, brotos laterais curtos; 4) couve-nabo e C. rutabaga; caules hipertrofiados, in-tumescimento subterrâneo ou à flor da terra e C. rábano, intu-mescimento aéreo; 5) couve-brócolos e C-flor: inflorescências carnosas e comestíveis. Dos quatro últimos grupos vamos falar de conformidade com a ordem da seriação por nomes vulgares, sendo que o terceiro e quarto grupos pertencem a espécies visi-nhas, porém distintas; quanto às do primeiro grupo, que se acham cultivadas no Brasil, muitas introduzidas e até profusamente distribuídas gratuitamente pelo Governo de São Paulo, iremos tratar, embora superficialmente.

1 Comentário »

  1. […] ou de Milão, algumas não formando cabeça e outras formando-a, porém frouxa: 1) — Couve-cavaleira arbórea ou cove-de-vaca; planta vigorosa e alta, até 2m de altura, com folhas lisas, […]

    Pingback by Plantas Medicinais » Variedades de couve — 13 de agosto de 2010 @ 21:55

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