31 de dezembro de 2009

Planta ornamental

Planta ornamental

É ornamental, podendo figurar nos jardins. No Brasil chama-se casca de anta porque, conforme urna lenda, quando a Anta sente-se doente, recorre á casca desta árvore. Na Costa Rica o povo a mastiga para curar dor de dentes e, no México, usam-na como condimento.
É parte da mitologia dos aborígines Araucanos que, sob sua sombra, celebravam seus ritos e suas festas. Na França é conhecida como Canelle de Magellan.

30 de dezembro de 2009

Flores grandes

Flores grandes

Suas flores sao brancas, grandes, numerosas, solitarias ou reunidas em umbelas axilares ou termináis, sépalas 2 ou 3, pétalas 6 ou mais; o fruto é urna baga vermelho escuro, quase preto, do tamanho da pimenta do reino, contendo grande quantidade de sementes. Á medida que vai para o sul, a árvore vai aumentando de tamanho sendo que, na Patagónia atinge até 30m de altura.

29 de dezembro de 2009

A casca

A casca

Sua casca vermelho ferrugínea, ou cor de cinza, seus ramos avermelhados, folhas alternas, ¡nteiras, simples, pecioladas, até 13cm de comprimento, verde claras na página superior e brancacentas na inferior, aglomeradas nos ápices dos ramos

Filed under: Casca de anta,Plantas medicinais — admin @ 23:34 Tags:, ,

28 de dezembro de 2009

O cultivo

O cultivo

É cultivada desde o México até a Patagónia. Fornece madeira amarelada com largas veias cor de rosa, as vezes castanho claro, muito firme e fácil de trabalhar, servindo para carpintaria, caixotaria, lenha e carváo e obras internas de varias especies. Nao é muito resistente. É arbusto no Brasil, chegando apenas a 3 ou 4m de altura

27 de dezembro de 2009

Para curar

Para curar

Útil também na cura da paralisia, das dispepsias atónicas, das perturbacóes gástricas, dos catarros crónicos e das cólicas. Também muito conceituada para a cura completa, usada ñas convalescencas, na fraqueza e ñas anemias. Esta é a famosa “Casca de Winter”, que salvou os tripulantes do navio de Sir Francis Drake de terrível epidemia, em 1557, todos atacados de escorbuto.

26 de dezembro de 2009

Casca de anta

CASCA DE ANTA

CASCA DE ANTA
(Drymis ninteri, Forst.). Planta essencialmente medicinal, da familia das Magnoliáceas, principalmente a casca, que é perfumada, espessa, amarelada, quebradiza, muito amarga e acre e contém um principio ativo, urna resina, um óleo etéreo e certa materia gomosa, tudo muito amargo servindo portanto como estomáquica, antiscorbútica, antidiarréica, sudorífica e tónica

Filed under: Casca de anta,Plantas medicinais — admin @ 20:20 Tags:

25 de dezembro de 2009

Efeitos medicinais

Efeitos medicinais

Também Notre-Dame, de Paris, e Sainte-Chapelle tém seus arcaboucos desta madeira. Sua casca é adstringente, febrífuga e também usada na industria de curtume. Contém tanino, ácido gálico, acucar náo-cristalizável, pectina, magnesia e potassa. Foi também muito usada contra as febres intermitentes e ainda hoje em dia é usada, depois de reduzida a pó, para pulverizar e lavar as úlceras atónicas.

24 de dezembro de 2009

Usos

Usos

Muito apreciada para a confeccáo de movéis de estilo antigo, sendo considerada madeira de primeira qualidade para construcáo civil e naval, dormentes, vasi-lhame, soalho, marcenaría, escultura, instrumentos agrícolas, ferramentas, lenha e carvao e toda especie de obras internas. Foi usada ñas grandes catedrais góticas da Alemanha, Franca e Inglaterra.

Filed under: Carvalho da europa,Plantas medicinais — admin @ 20:11 Tags:, ,

22 de dezembro de 2009

Cultivo planta

Cultivo planta

Originaria da Europa, da Asia Menor e de Marrocos, foi introduzida no Brasil há muitos anos, principalmente ñas regioes elevadas dos Estados do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. É muito atacada pela taturana, ou seja a lagarta cujo nome científico é Podalia chrysocoma, Herr Schaff e pelo coleóptero Loxopyga jlavo lienata, Mann. Fornece madeira de alburno branco bem delimitado e cerne castanho com diversos tons, o qual, com o passar dos anos, torna-se escuro, quase preto.

21 de dezembro de 2009

Modelo arvore

Modelo arvore

Já foram muito empregados na medicina européia, sendo que, depois de torrados e moídos conjuntamente com a cúpula, servem para combater o diabete, a atrofia mesentérica das criancas, a diarréia, as hemorragias passivas, etc. É árvore de crescimento lento e de grande longevidade, atribuindo-se-lhe até 1.500 anos de existencia.