
CAFEEIRO
(Coffea arábica L.). Família das Rubiá-ceas. É um arbusto grande, piramidal, de caule reto, até 12m de altura, casca acinzentada e rugosa, folhas opostas, curto-pecioladas e curto-estipuladas, onduladas nas margens, verde-escuras e luzidias na página superior e um pouco esbranquiça-das na página inferior.

Com o cacau se obtém o chocolate, o óleo, a manteiga de cacau, um alcalóide chamado “teobromina”, e o vinho, do qual se extrai álcool e vinagre. Empregado mais como alimento, sob a forma de chocolate, mundialmente conhecido, o cacau não tem tradição de uso medicinal.

O fruto tem a forma de cápsulas de cinco carpelos sincarpos. Segundo Hackn, é a seguinte a composição química do grão de cacau: gordura, 50,0%; albumina, 18,0%; amido, 10,0%; goma, 8,0%; água, 6°%; sais, 3,6%; matérias corantes, 2,6%; alcalóides, 1,8%.

Possui folhas grandes, alternantes, oblongas ou ovais, perinérveas, brevipecioladas, e flores actinomorfas, hermafroditas, pentâmeras, e que nascem em gloméralos diretamente da casca dos galhos.

CACAUEIRO
(Theobroma cacao, L.). Também chamado cacau-do-Brasil, cacau-da-Bahia, o cacaueiro ou cacau-zeiro é uma árvore originária das regiões tropicais das Américas. Pertence à família das Esterculináceas.

CABREÜVA
(Myrocarpus jrondosus Fr, Ali.). Arvore da família das Leguminosas Papilionáceas, a cabreúva atinge grande porte. A sua resina e a seiva são empregadas contra doenças pulmonares. Com o nome de cabreúva também se designa uma bebida feita à base de açúcar, cachaça e gengibre

Chegam a frutificar 60 ou mais contemporaneamente sendo que na China e no Japão seus modelos esquisitos são ainda desconhecidos no Brasil. Depois de esvasiados, seus belos frutos são usados para a feitura de vasilhames, na maioria dos países onde vegeta.

Muito cultivada na Europa e no Extremo Oriente, suas flores são belíssimas e sua folhagem vigorosa. O que mais desperta curiosidade são as formas do seu fruto bem como a quantidade deles a um só tempo.

Suas folhas, depois de aquecidas e aplicadas topicamente, servem para apressar os partos e para curar as frieiras. Das suas sementes faz-se uma bebida forte e eficaz contra a nefrite, e que também é purgativa. É também planta ornamental.

Assim como em clisteres para combater a melancolia, a clorose e a obstrução das vísceras. Porém, seu uso deve ser controlado, pois, se a dose for exagerada causará hemorragias mortais, precedidas de sintomas idênticos ao do cólera-morbo.