1 de junho de 2009

Araruta

araruta

Todos os países que a cultivam, exportam-na. O único que não a usa para comércio exterior é o Brasil, seu berço nativo. Suas propriedades medicinais são as seguintes: contra as febres intermitentes, contra a dispepsia, sendo que seu suco acre serve contra a mordedura de cobra e picada de insetos e quando colocado sobre a língua aumenta a salivação. Serve como forragem e é muito indicada para a engorda de suínos. Algumas tribos do Brasil já aconheciam como Arú-Arú e os os Caraíbas acreditavam que a farinha de araruta constituía um neutralizador do veneno impregnado das flexas atiradas pelos seus inimigos. Do seu nome indígena, os portugueses adaptaram-no para Araruta. Existe grande variedade dessa planta. Em São Paulo existe a Caisulta, Comum, G’gante, Especial, Imbiri, Palmeira, Raiz Redonda e Ramosa, sendo que a Caixulta é a melhor. Nativa no Brasil, conhecida pelos índios, espalhou-se no entanto pelo mundo todo, sendo o sue comércio muito forte no exterior. Em Ceylão chamam-na Araluk e Hulankiriya.

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