21 de maio de 2009

Ameixeira e seus formas

ameixeira

A ameixeira presta-se às mais caprichosas formas, de modo que seus cultivadores conseguem simultaneamente torná-la uma árvore elegantíssima e muito produtiva.” (Pio Correia.)
Citemos ainda Ledeb: “peqeuna árvore da mesma família, originária do Cáucaso; a ameixeira-de-Porto Natal (Carissa carandás, L.), grande arbusto da família das Apocináceas, originário da Índia, Java c Timor; a ameixeira-do-Brasil (Ximenia americana, L.), arbusto da família das Alcáceas, cultivada em quase todos os Estados; a ameixeira-do-Japão (Prunus trijlora, Roxb.), árvore da família das Rosáceas, originária da China e da Birmânia, e que apresenta diversas variedades hortícolas, entre as quais podemos enumerar as seguintes: Abundance, Botan, Burbank, Chabot, Doris, Jedo, Kanawa, Kelscy, Mihodo, Nagassaki, Satauma, Wicsson, etc”.
A ameixeira exige climas temperados sofrendo bastante com os ventos frios, na época primaveril.
Multiplica-se por enxerto, de borbulha ou garfo, férteis e profundos. Os árabes empregavam-na como laxativo. E. J. Roques recomenda a compota de ameixa ao hemorroidário e ao hipocondríaco.

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