20 de maio de 2013

Problema de tireóide

Seu corpo em sintonia.

Na hora de pensar em cada reportagem deste site o que a gente mais considera são as suas necessidades e as de ninguém mais o que pode passar pela sua cabeça? Quais seriam suas principais dúvidas? E que informações, efetivamente, podem ajudá-lo a compreender o seu organismo, já que o autoconhecimento é um ingrediente fundamental da vida equilibrada?

Um livro lançado estampado na capa deve seguir o mesmo princípio: atendê-lo. Daí o tema do nosso mais recente lançamento, Decifre Seus Hormônios, escrito com leveza por um dos maiores nomes da endocrinologia do país, o médico Marcello.Todo mundo, afinal, tem um verdadeiro fascínio pela complexa sinfonia das nossas glândulas, sem entender direito, na maioria das vezes, como ela funciona, quem faz o quê  e, o principal, que problemas realmente têm a ver com os benditos hormônios, que sempre estão na boca do povo, muitas vezes acusados injustamente. Espero que você goste de mais esse livro.

Será que todo mundo que engorda tem problema de tireóide? E quem é baixinho teria menos hormônio de crescimento? Homens com pouca libido teriam alguma deficiência hormonal? Nosso novo livro responde a dúvidas assim. E fala do papel das glândulas na fertilidade, no diabete, na hipertensão, na depressão e na ansiedade, entre outras situações. Você já pode encontrá-lo nas bancas e nas principais livrarias.

Um abraço,

24 de abril de 2013

Dieta para hiv

Reposição das vitaminas.

Os indivíduos com Aids também com freqüência apresentam níveis sangüíneos de Bn mais baixo do que o normal. As causas sugeridas incluem alteração das proteínas que transportam Bi2 e má absorção ocasionada por diarréia crônica. Os indivíduos normais necessitam de 2,0 mcg/dia dessa vitamina, enquanto as pessoas com deficiência do sistema imunológico necessitam de aproximadamente 3.000% acima dessa dose recomendada.
A deficiência de B6 (pi-ridoxina) também foi relatada em pacientes com HIV, embora as causas que levam a essa deficiência não estejam completamente ‘esclarecidas. A falta de vitamina no organismo causa depressão, náuseas, dermatite, vômitos e lesões nas membranas. As melhores fontes de B6 são: levedura, germe de trigo, carnes, as víceras (especialmente o fígado), grãos de cereais integrais, legumes, batatas, bananas e farinha de aveia. O leite, os ovos, os vegetais e as frutas contêm pequenas quantidades. O indivíduo normal necessita de 2,0mg/dia de B6 ao passo que o indivíduo com o sistema imunológico debilitado necessita cerca de 200% dessa recomendação.

O ácido fólico, outra vitamina do complexo B, é essencial tanto para a formação como para a maturação das células sangüíneas brancas e vermelhas na medula óssea. Ele é importante na formação do grupo heme da hemoglobina. Sua deficiência resulta em uma diminuição do crescimento, anemia e outros distúrbios sangüíneos em glos-sites (inflamação na língua). Há também os distúrbios do trato gastrointestinal oriundos de dieta inadequada, absorção prejudicada ou demanda excessiva pelos tecidos corpóreos e por desarranjos metabólicos.

Vários pacientes com síndrome de má absorção têm a absorção de ácido fólico prejudicada. A desnutrição causada por falta de proteína pode prejudicar a utilização e a ação do ácido fólico. Essa vitamina existe amplamente nos alimentos e as melhores fontes são os feijões de lima, os feijões roxos, os vegetais de folhas verdes frescas, especialmente o aspargo, brocoli e espinafre. A carne magra, as batatas, o pão de trigo integral e os feijões secos também são boas fontes.
As fontes mais pobres incluem a maior parte das frutas e raízes vegetais. Há controvérsias em relação ao papel dos folatos (ácido fólico, vitamina do complexo B). Alguns pesquisadores mostram que eles se encontram em níveis baixos no sangue de pacientes aidéticos, mas outros investigadores não concordam com esse achado.

O ferro participa no transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos, no transporte de gás carbônico das células para os pulmões e no processo de respiração celular. No adulto, as hemácias são formadas principalmente na medula óssea. Alguns alimentos contêm o ferro: a gema de ovo, frutas secas, pães de trigo integral, cereais, carnes, etc. Os vegetais e feijões secos representam as melhores fontes vegetais. O indivíduo normal necessita de lOmg/dia desse mineral. Mas, para os portadores do vírus HIV, estudos sugerem um aumento de cerca de 200% da necessidade recomendada.
Alguns estudos demonstram reduzidos níveis de zinco no sangue de indivíduos infectados pelo HIV. Verificou-se também que a deficiência de selênio ocorre na desnutrição relacionada à Aids. O mecanismo exato não foi determinado, mas parece ser independente de má absorção ou duração da doença.

O que é de consenso geral entre os pesquisadores é que no estágio inicial da doença, os alimentos ricos em Bõ, B12, vitaminas A, E e zinco devem ser consumidos em quantidades acima do recomendado, a fim de manter o nível sangüíneo desses nutrientes assegurado.
O objetivo da orientação sobre nutrição dirigida a indivíduos com infec-ção pelo HIV é convencê-los da importância de modificar o seu consumo de nutrientes logo após o diagnóstico, para promover a manutenção de peso e impedir a desnutrição protéico energética (DPE) e as deficiências de minerais e vitaminas.
Isso é conseguido através do uso de fórmulas completas e balanceadas, destinadas especificamente a suplementar o consumo regular de alimentos para pessoas com HIV, tornando o organismo mais resistente do que a doença. Com isso aumenta o tempo e melhora a qualidade de vida desses indivíduos soro-positivos.

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22 de abril de 2013

Dieta para quem tem HIV

Por que o aidético emagrece e o que ele pode fazer para adquirir peso.

A Aids é definida como uma doença caracterizada por uma infecção pelo vírus da imunode-ficiência humana (HIV). Pode ocorrer o aparecimento simultâneo de várias outras infecções ditas oportunistas, bem como síndromes e outras malignidades. A contagem dos linfó-citos T-CD4 no sangue (um tipo de glóbulo branco) torna-se menor do que 200 células/ul no indivíduo portador desse vírus.

Desnutrição.
O estado nutricional dos indivíduos portadores é influenciado em todas as fases da Aids. Os estágios da doença estão associados à perda de peso, manifestações iniciais de desnutrição protéico calórica e deficiências de alguns minerais e vitaminas. Nos estágios finais, o estado nutricional é agravado por sintomas, tais como má absorção e diarréia, lesões orais e eso-fágicas, dores, anorexia (falta de apetite), náuseas, vômito e infecção.
A má nutrição severa que acompanha a infecção pelo HIV é a maior causa de morbidade e mortalidade em pacientes com essa síndrome. A perda de peso é uma ocorrência comum entre os pacientes aidéticos e é freqüentemente severa e progressiva. Os trabalhos mostram que os pacientes infectados perdem em média 15% do peso em relação ao peso usual. Outros estudos têm documentado perdas de peso dessa magnitude, e a relação entre perda de peso e morte tem sido demonstrada.
Os pacientes que perdem mais que 20% de seu peso corpóreo, têm diminuído em média o seu tempo de vida. Portanto, o ganho em peso através de uma suplementação alimentar correta e adequada significa aumento de vida.
Dois fatores importantes devem ser considerados para o controle da doença: (1) o estado nutricional do indivíduo e (2) a capacidade de consumir, tolerar e seguir à risca a orientação nutricional adequada.
Os indivíduos desnutridos infectados pelo HIV desenvolvem sintomas da Aids mais rapidamente do que indivíduos infectados, porém, bem nutridos. Isso ocorre em virtude dos efeitos prejudiciais, da desnutrição juntamente com o HIV sobre o sistema imunológico.
Assim, a identificação da deficiência nutricional e a intervenção adequada são necessárias em todos os estágios da infecção, devendo iniciar-se logo após o diagnóstico.

Perda de apetite.
A perda de apetite (anorexia) é uma ocorrência extremamente comum em quem tem Aids. Ela pode ocorrer como uma conseqüência direta de manifestação de Aids ou pode resultar de febre, infecção, sintomas gastrointestinais, efeitos colaterais de medicamentos ou ocorrências emocionais.
Os fatores psicológicos como a ansiedade e a depressão também podem contribuir para a anorexia.
A anorexia e a ingestão diminuída podem ser fontes básicas que levam à desnutrição em indivíduos HIV positivo.
A diarréia é, freqüentemente, o sintoma gastrointestinal observado em indivíduos com Aids, ocorrendo entre 50 a 90% deste grupo. No entanto, pode ocorrer diarréia inexplicada em pacientes infectados pelo HIV, porém, sem a Aids. Os indivíduos com diarréia apresentam maior perda de peso corporal e menor massa corpórea magra, necessitando de um maior consumo de nutrientes específicos e de energia.
A má absorção de nutrientes é outra ocorrência comum nos pacientes com Aids e, em muitos casos, envolve gordura ou vitamina Bi2. A vitamina B]2 é essencial para o funcionamento de todas as células, especialmente para as do trato gastrointestinal, medula óssea, tecido nervoso e para o crescimento. Ela está envolvida no metabolismo de proteínas, de gordura e de carboidrato e associada à absorção e ao metabolismo do ácido fólico. A vitamina Bi2 está presente somente nos alimentos protéicos de origem animal. O leite fresco, os ovos, os peixes, os queijos e as carnes musculares são boas fontes. O leite pasteurizado perde 40 a 90% dessa vitamina.

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16 de abril de 2013

O abacaxi e seus elementos

COMPOSIÇÃO:
Agua……….83.6%
Sacarose…..12,1%
Glicose……..3,1%
Proteínas……0,5%
Gordura…….0,2%
Celulose…….0,3%
Minerais…….1,3%

OLIGOELEMENTOS:
Iodo…………0,00003
Cloro…………..0,029
Potássio………..0,134
Sódio…………..0,023
Cálcio………….0,025
Magnésio………0,024
Fósforo……..0,012%
Enxofre……..0,043%
Ferro…………0,002%
Manganês…..0,011%

VITAMINAS POR 100G:
Vitamina A…….200 UI
Vitamina C……..45mg
Vitamina Bi…..0,09mg
Vitamina PP…..0,31 mg

Delícias de abacaxi:

Torto de abacaxi.

1/3 de xícara de mel.
2 colheres (sopa) de tapioca.
1 colher (sopa) de baunilha.
1 pitada de sal.
1 colher (sopa) de óleo.

Modo de fazer:
Misture o abacaxi, o mel, a tapioca, o sal e a baunilha. Derrame por cima da crosta (não assada). Esparrame o óleo por cima e cubra com outra crosta, unindo bem as beiradas. Asse em forno moderado.

Abacaxi cozido com mel e ameixas secas.

Pique um abacaxi doce, maduro, em pedacinhos. Coloque para cozinhar em três xícaras de água (ou mais, se desejar).
Acrescente mel a gosto e ameixas secas também a gosto.
Na hora de retirar do fogo, polvilhe 1/2 xícara de aveia, mexendo sem parar. Desligue o fogo e deixe esfriar por uns 30 minutos. Com um pouquinho de aveia, engrosse lentamente o caldo. A aveia deve ficar solta no caldo como grãozinhos dispersos.

Abacaxi com coco.

1 abacaxi batido no liqüidificador 1 coco ralado.
1 vidro de leite de coco.
2 xícaras de açúcar.
Modo de fazer:
Junte todos os ingredientes e leve ao fogo até abrir fervura. Despeje em um pi-rex. Deixe esfriar e leve ao congelador.

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14 de abril de 2013

Benefícios do abacaxi

Abacaxi ou ananás.

Delicioso e com perfume acridoce quando maduro, o ananás ou abacaxi é indispensável no cardápio por suas qualidades e sabor.

Planta tropical bienal, pertence à família das brome-liáceas, denominada em botânica de Ananás Sativum, é originária da América, embora se tenha aclimatado na Ásia e África.
No Brasil o ananás é cultivado em quase todos os Estados, sendo o de Pernambuco um dos mais famosos na produção dessa fruta, por sua excelente qualidade.
Foi Cristóvão Colombo quem deu início à saída do abacaxi para outras partes do mundo, quando o encontrou durante sua segunda viagem à América, em 1493. Os índios do Brasil e do Paraguai chamavam-no de Nana (fruta excelente), o que acabou por levar ao nome de ananás.
Apesar de Colombo torná-lo conhecido na Europa, foram os viajantes portugueses que o levaram à índia por volta de 1550, daí se disseminando pelo sudeste asiático e por algumas ilhas do Pacífico sul.

O chamado fruto do abacaxi, de cor amarelo-bronzeada, é coroado de folhas menores. E múltiplo e provém de uma inflorescência de eixo suculento. Fruta versátil, de sabor agradável, delicioso mesmo, é uma excelente fonte de vitaminas A, C, e, em menor grau, de vitaminas do complexo B. Além disso, auxilia na digestão de outros alimentos e alivia a dispepsia por ácidos.

Contém iodo, indispensável à glândula tireóide. Por seu escasso poder energético, é recomendado às pessoas que precisam emagrecer. E diu rético e desintoxicante. É ainda regenerador do fígado e ótimo para aju dar a resolver outros problemas de saúde. Do talo do abacaxi se extrai uma enzima que a tornando solúvel, degrada as pro teínas e pode ser empregada como ama-ciante de carne, cla-rificador de cerveja e como droga an-tiinflamatória. Ma-ceradas e secas, as cascas tornam-se alimento nutritivo para o gado.
Suas folhas dão uma fibra que, nas Filipinas, é tecida para fazer um pano delicado e semi transparente. Misturadas à pa lha e ao bambu, as fibras são usadas a fim de fazer papel para pintura chinesa.

A multiplicação do abacaxi se faz por brotos laterais chamados de re-bentões que crescem a partir do talo principal. Dependendo da variedade, demora de doze a vinte e quatro meses para a planta produzir a espiga de flores no centro da espiral ou das folhas em forma de calha. E de quatro a cinco meses para que o fruto se desenvolva. Esse aparenta ser um só, mas na realidade compõe-se de cem a duzentos olhos, cada um formado por uma flor isolada e suas partes adjacentes.

Uma fatia de abacaxi é o melhor ape-ritivo, principalmente quando o estômago está cansado e desarranjado. É, porém, um erro comê-lo pulverizado com açúcar visto que, com isso, se alteram suas qualidades naturais. Quanto ao suco, recomenda-se prepará-lo sempre na hora de tomá-lo, visto que o contato com a luz e o ar destrói parte de suas vitaminas, se guardado para usar mais tarde. Sendo essa fruta tão rica em sabor e qualidade, não importa se é abacaxi ou ananás… tanto faz!

12 de abril de 2013

Plantas medicinais para artrose

O socorro das plantas.

Quanto ao uso de plantas medicinais ou derivados na cura da artrose, existem à disposição substâncias de origem vegetal com propriedades condroprotetoras, (preservam as cartila-gens do desgaste) e antireumaticas, porque intervém sobre vários fatores inflamatórios e álgicos. As plantas mais representativas são, entre outras, as seguintes:

Ruibarbo – E rico em reina, uma molécula da qual se obtém a diacereí-na. 50g/dia, fornece um precioso elemento terapêutico de ação antiartrósi-ca. Inibe a atividade das enzimas pro-teolíticas e condrolíticas, responsáveis pelas alterações das cartilagens propensas à artrose. A diacereína gera processos reparativos do dano cartila-ginoso, facilitando a reconstrução do tecido. Além disso, apresenta ação an-tiinflamatória e analgésica. O ruibarbo é, portanto, um remédio de fundo para os artrósicos e se consagra como uma especialidade farmacêutica.

Salgueiro – Contém eterosídeos salicílicos, moléculas complexas compostas de derivados do ácido salicílico. O córtex do salgueiro se encontra em algumas preparações fito-terapêuticas associadas à groselheira e óleos essenciais ou a arpagofitos (extratos secos e fluídos). O olmo é encontrado como suspensão integral da planta fresca.
» Garras do diabo – Vegetal rico em glicosídios iridóidios (procumbí-dios, harpagosídios e harpagídios), que constituem um interessante grupo de moléculas com destacadas propriedades anti-reumáticas. Prático e eficaz é o extrato nebulizado, em cápsulas, com posologia variável de 2 a 3g ao dia. Moléculas similares estão presentes em outras plantas, entre as quais a plantagina, uma espécie de capim.

Castanheiro-da-índia – Essa bela planta, presente em muitos jardins, contém um complexo plurimolecular chamado excina, que é extraído das sementes e do córtex. O extrato total do castanheiro possui propriedades analgésicas e contém moléculas ativas de comprovada ação antiinflamatória, entre as quais a exculoside, que tem se mostrado um potente inibidor das enzimas essenciais como as lipoxige-nadas e as cicloxigenadas. O castanheiro é também rico em tanino e fla-vonóides. Essa é uma planta cujos extratos são indicados na cura da artrose dos quadris, dos joelhos e dos pés.

10 de abril de 2013

Receitas com plantas

Receitas à base de Plantas.

Gengibre, cânfora, zimbro, lavanda, rosmaninho, tomilho, pinheiro, sassafraz e várias espécies de algas se prestam ao preparo de loções, ungüentos e pomadas.

• Banhos anti-reumáticos:
100g de foihas de pinho.
100g de foihas de rosmaninho.
80 de folhas de tomilho Essa mistura deve ser colocada em dois litros de agua fervente, deixando-a em infusão durante 20 minutos em fogo lento.
Depois é só coar e juntá-la à água do banho. Usar duas vezes por semana.

• Linimento aromático:
1,5g de óleo essencial de rosmaninho.
1g de óleo essencial de junípero.
30g de álcool 95°.
70g de óleo de 0alhos de Laurus nobilis.
Friccionar a re0Íão afetada duas a três vezes ao dia.

• Preparações com Gengibre:
Óleo essencial de rosmaninho (2%) em tintura de 0en0Íbre e álcool 75°. Usar em massa0ens, duas a três vezes ao dia.
Em pacientes artrósicos são também indicados ciclos periódicos de terapia termal com argila, banhos de água termal, etc. Devem ser juntados á argila alguns óleos essenciais de ação anti-reumática como o rosmaninho. Aos banhos simples juntar extratos fluídos de tomilho, urtiga, cavalinha e cipreste, com base nas necessidades do paciente.

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20 de março de 2013

Eficiência dos antioxidantes

Os médicos brasileiros Efrain Olszewer e Charles Yama-guchi conseguiram provar, pela primeira vez, que as vitaminas antioxidantes  C, E e betacaroteno  e os minerais zinco, cobre e selênío, usados em dosagens adequadas durante o período pré-cirúrgíco, são capazes de acelerar o processo de cicatrização e evitar a necrose de tecidos submetidos a lesões traumáticas. Os antioxidantes impedem a ação dos temidos radicais livres, substâncias responsáveis pelo envelhecimento.

18 de março de 2013

Prevenção contra derrames

A ingestão de frutas e verduras pode ser uma maneira segura de reduzir o risco de derrames em homens. Essa conclusão do Planejamento de Saúde Comunitária de Harvard, em Boston, Estados Unidos, foi obtida a partir do acompanhamento de 832 homens cuja saúde foi monitorada dos 18 aos 22 anos. Os pesquisadores disseram que os dados mostram que esses alimentos têm uma influência direta na redução da incidência de derrames, independente do estilo de vida que as pessoas levam.

16 de março de 2013

O mito do peixe

Um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard derrubou a crença de que comer peixe com freqüência pode reduzir o risco de doenças cardíacas. Na maior pesquisa já realizada sobre o assunto, os epídemiologistas de Harvard analisaram informações sobre os hábitos alimentares e a saúde de 45 mil pessoas. O resultado mostrou que não há nenhuma relação entre o hábito de comer peixe e o índice de complicações cardíacas.

De acordo com o estudo publicado na revista New En-gland Journal of Medicine, pessoas que comem peixe uma vez por semana têm o mesmo risco de desenvolver doenças cardíacas que aquelas que comem peixe seis vezes por semana. A crença de que comer peixe é benéfico ao coração se originou no fato de que a taxa de mortes causadas por doenças cardíacas é baixa em países onde o peixe é muito consumido, como o Japão.

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